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Reportagem desleal de Ana Leal na TVI?

por Manuel_AR, em 12.10.16

TVI_Ana Leal.pngOntem a reportagem de Ana Leal que passou na TVI pareceu-me, desta vez, desleal, não isenta e parcial. Não foi dado qualquer esclarecimento sobre a causa para as crianças terem sido retiradas às mães. Um advogado contratado para comentar nos ecrãs o acontecimento nada disse sobre as mesmas causas, limitou-se falar nas consequências e centrou-se na crítica às leis inglesas que levaram à consequência descrita. Limitou-se a criticar a legislação inglesa que conduziu a tal ação (sem falar nas causas, repito) e a pedir a intervenção/pressão do Governo sobre as leis dum país soberano.

Como não me foram fornecidos pela reportagem, e consequente entrevista, quaisquer elementos sobre as causas de tal desumanidade exercida sobre o direito das mães portuguesas, a quem foram retirados os filhos nada se poderá dizer sobre a justeza ou não das leis inglesas que levaram a retirar as crianças às suas mães.

Para ser lido com algumas reservas poderá ser consultado um artigo de opinião sobre a mesma reportagem que será talvez mais esclarecedor, havendo, no entanto, o cuidado de se confirmar e cruzar a informação nele contida.

A decisão do tribunal pode ser vista aqui também com algumas reservas.

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publicado às 17:05


23 comentários

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De Andy Bloig a 12.10.2016 às 20:01

A TVI está a seguir a linha dos jornais da Cofina. Escolhe-se um tema polémico, apresentam-se reportagens, criticam-se entidades e pessoas, sem ser explicado o porquê ou a forma como funciona o sistema inglês.
A jornalista partiu do principio que o sistema inglês é igual ao nosso. Não se informou e baseou-se em posts do facebook para montar a reportagem. Como toda a gente sabe, o que está no facebook é tudo real...
Gerou revolta, muitas críticas e protestos para com os ingleses. No final, acabou por faltar a tudo, pois os pais da criança que foi referida em 2 lugar na reportagem, tinham protestado há mais de 1 ano, quando as televisões receberem as informações sobre o que eles não tinham feito para recuperar a criança. Agora, a jornalista escolheu as partes mais polémicas e não ofereceu hipótese a ninguém de explicar o porquê. Nada de novo.
Neste último ano, os meios de comunicação social estão cada vez piores.
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De jj a 13.10.2016 às 18:48

de facto tens razao deves ser inglesa
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De helena a 12.10.2016 às 20:06

Exatamente o que eu pensei: não sabemos os motivos para as crianças terem sido retiradas. Deviam ter fornecido informação concreta, para depois emitirmos uma opinião sobre o assunto. Neste caso, parece que faltam factos....
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De Anónimo a 13.10.2016 às 09:20

Que factos é que mais querem quando uma mãe faz um parto natural em casa e na certidão de nascimento é dado como nascido num hospital e dias depois é-lhe retirado o bebe sem nenhuma razão,que factos é que faltam aqui?Tenham um bocado mais de humanidade e vejam isso sim porque é que um negocio de adoções é tão rentável e feito por empresas privadas.Talvez estas pessoas que fazem estes comentários dignos da idade média gostassem que lhes tirassem os filhos...
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De Anónimo a 13.10.2016 às 10:51

O que talvez não saiba é que a referida mãe cometeu uma ilegalidade quando não comunicou às autoridades de saúde que a ter um filho em casa.
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De anónima a 13.10.2016 às 12:08

Desculpe e dai ter um filho em casa ..... é crime , á 50 anos atrás os filhos nasciam em casa , e era por isso que tinham de ser retirados aos pais.... possivelmente tem alguem na família , que tambem o fez , ja o acusou , olhe é pena é a nossa Lei , nao castigar os ingleses , quando de ferias em Portugal nao tratarem os filhos , com dignidade, sabe como eu ja vi em pleno Algarve apanharem grandes bebedeiras e os filhos ficam ao seu proprio cuidado , pois ...... Grande Ana Leal , grande reportagem .
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De Paulo a 13.10.2016 às 12:34

Esta mal informada, na peça da tvi, refere que o parto é legal e que a enfrmeira representante do estado se atrasou mas esteve presente, obviamente o bébé não espera para nascer, já agora porque é que não retiraram os ingleses os beébés ao casal Mcann........não seja ignorante
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De Anónimo a 13.10.2016 às 11:18

Talvez o facto de a senhora ter tido o filho em casa, não abrir a porta de casa para as visitas OBRIGATORIAS POR LEI a´pos o nascimento de qualquer criança e terem que chamar as autoridades para ver se a criança estava viva ou morta, o facto de a criança estar com ictericia e os pais se recusarem a levá-la para o hospital para receber o devido tratamento, o facto do pai da criança estar referenciado por venda de medicamentos ilegais que curam cancro, sida, autismo, etc, e nomeadamente um produto lavante à base de lexivia que foi encontrado no corpo da criança. Alé do facto de tanto os pais como os avós que foram contactados para poderem ficar com a criança nunca terem comparecido a nenhuma audiencia em tribunal e terem vindo embora para portugal fazer não se sabe o que....
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De helena a 13.10.2016 às 18:17

contudo há lacunas...
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De erreguê a 12.10.2016 às 20:46

O que eu penso é que se estamos a falar de crianças, trata.se de um tema muito sensivél. Segundo as duas reportagens a adoção de crianças na Inglaterra é feita por empresas privadas, logo aí acho que está mal, depois as familias de acolhimento serem pagas e por sinal muito bem para terem uma criança a seu cargo é também muito mau.
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De Anónimo a 13.10.2016 às 10:54

Pois uma reportagem muito pouco profissional, parcial, sem as diversas versões. deveriam ter apurado tudo pois quem vê a reportagem fica cheio de pena destas mães como foi o meu caso, mas será que estas mães não têm nenhuma culpa?????
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De Anónimo a 13.10.2016 às 11:08

Entre TVI, TVI 24 e CMTV que venha o diabo e escolha. Em vez de tentarem fazer jornalismo serio, conseguem descer sempre um pouco mais a bitola que já roça o nojento. Talvez seja o que o publico quer, daí os records de audiências, mas que é triste,,,é.
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De Paulo a 13.10.2016 às 12:40

Este Anónimo deve ser Pedófilo....voce está sempre contra as crianças e seus Pais, ou estão é impotente e não consegue entender o que será o sofrimento destes Pais.
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De Anónimo a 13.10.2016 às 17:02

Hum,,,deves querer alguma coisa e não sabes pedir. Sorte a minha que não estou de vermelho. Vai ver o alerta CM, com sorte ainda apareces lá.
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De Carlitos a 13.10.2016 às 18:53

Se o pai não andasse a vender medicamentos com base em laxantes a 500 libras a caixa a clamar que já curou 40 milhões de pessoas no mundo de Cancro e Sida, não tinham perdido a criança.
Se se tivessem apresentado no hospital em 1 das 60 vezes que foram notificados para o fazer, não tinham perdido a criança.
Se tivessem ido ao tribunal numa das 17 vezes que tiveram a audiência marcada e não ocorreu porque nem pai nem mãe nem representante compareceram, não tinham perdido a criança. A reportagem não refere nada disso...
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De Anónimo a 13.10.2016 às 14:32

Independentemente do que possa constar nos processos de segurança social ou jurídicos do Reino Unido, fica sempre a dúvida pelo comportamento tão diferente e nada imparcial dos sistema Inglês.
Temos o tão badalado caso, do desaparecimento da menina Maddy Macann, que se realmente o sistema Inglês, a meu ver, não tivesse o "rabo" trilhado, os irmãos gémeos deveriam ter sido retirados dos Pais, por negligência. Onde é que aqueles senhores estavam quando três menores, talvez até "dopados" se encontravam sozinhos num quarto de aparthotel na praia da luz!? Isto não é negligência?
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De Anónimo a 13.10.2016 às 14:42

Permitam-me colocar esta questão:
- Por trás do sistema Inglês, que em princípio visa "proteger" crianças e/ou jovens, não existirá nenhum negócio!?
Parece-me que só os, aparentemente mais fracos, ou os não V.I.P. é que sofrem com estas questões.
Atrevo-me também a comentar, que na minha humilde opinião, será na Inglaterra que existe um grupo, em regra geral de jovens, que fazem parte de uma organização designada por "Olligans". Será que aprenderam os actos que praticam, por excesso de educação que tiveram dos seus Paizinhos!?
A meu ver, o trabalho da Sra. Jornalista, serviu para "levantar a lebre", agora aqueles que são pagos para tal, que investiguem, mas com isenção total e sem medo.
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De Manuel a 13.10.2016 às 18:57

A jornalista MENTIU e OMITIU informações que a própria TVI emitiu em Fevereiro deste ano, no caso do bebé Santiago. A mesma TVI entrevistou os pais do bebé para o mesmo noticiário onde o pai validou o que o tribunal inglês tinha dito sobre a criança não ter ido ao hospital quando foi notificado para isso. Segundo o pai, "Não foi porque se fosse eles ficavam lá com ela." Ora esta é uma das regras do sistema britânico. Se a criança falta a uma das consultas programadas, é considerado falta de capacidade para cuidar da criança. Ou justificam ou a criança é retirada aos pais, até comprovarem que podem suportar o crescimento da criança. A TVI tem essas entrevistas no arquivo. Porque é que a dra jornalista não as usou?
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De luis santos a 13.10.2016 às 20:24

vamos a numeros : quem gere as adpçoes sao empresas particulares que ganham centenas de milhoes por ano.....
nao interessa quem é a criança e motivos, interessa é muita "mercadoria" para vender....
estamos conversados..
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De Lui­s Bonifacio a 14.10.2016 às 00:04

Esta Leal nunca fez uma reportagem ao nível do nome dela.

Já no caso das praxes do Meco, toda a sua reportagem foi um libelo condenatório do DUX, fazendo passar os falecidos com pobres caloiros sujeitos a práticas viciosas, quando na verdade todos eles eram os canalhas que praxavam viciosamente os caloiros
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De Anónimo a 14.10.2016 às 00:17

Meus caros, nos meios de comunicação alternativa já é sabido aos anos que os serviços sociais ingleses usam toda e qualquer desculpa, por mais mínima que seja, para retirar os filhos às famílias, da forma mais inemotiva e robótica que um ser humano pode ser. Já George Orwell escreveu, em "1984" que se haviam de retirar os filhos às mães como os ovos às galinhas. Quer ele quer o autor de "Admirável mundo novo" eram membros de uma sociedade secreta chamada Fabian Society, cujo brasão é, literalmente, um lobo em pele de cordeiro. Eles sabiam do que falavam...

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