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O Carrasco

por Manuel_AR, em 16.12.12

O carrasco do CDS/PP no governo que vai matando aos soluços tudo o que é Segurança Social, reformados e pensionistas e, para se desculpar, diz que aumenta as reformas mais baixas. Mas o que não diz é que foi à custa da redução dos subsídios de desemprego dos que estão sem trabalho.

Já não há paciência para este senhor

 

 

 

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publicado às 21:20

A propósito de notícias que vieram a lume nas televisões  sobre o encerramento de lares para idosos por falta de condições e maus tratos insiro aqui novamente esse "post" que coloquei em 11 de março de 2012.

Tudo foi desencadeado após uma reportagem da TVI que foi para o ar em 10 de dezembro.


 









O Ministério da Solidariedade e da Segurança Social,segundo Mota Soares, vai alterar a lei que regula o funcionamento dos lares para idosos flexibilizando as regras até agora estabelecidas, reduzindo os padrões de exigência.
Segundo fonte daquele ministério ao Jornal de Notícias, notíciado pela RTP  "além do aumento da capacidade dos lares licenciados pela Segurança Social, previsto em 20 por cento, o Governo pretende aligeirar as regras relativas à construção e às obras destas instituições".
Com o preteexto de dar respostas à procura de lares, o que ao mesmo tempo se pretende é aumentar as margens de lucros deste tipo de instituições privadas. Com o aumento da capacidade de alojamento de idosos nos lares não se prevê que vá aumentar o pessoal de apoio, ficando os utentes a ser menos acompanhados, isto é, o rácio idosos por trabalhador de apoio aumentará.
Alguém comentou num canal televisivo que quartos de uma ou duas camas para idosos eram um luxo!  Iremos assistir na maior parte dos lares (não os de luxo claro!) espalhados por este país a serem transformados em contentores e em depósitos para idosos que, mesmo com a legislação atual já o são de facto na maior parte dos casos.
As famílias destes senhores decisores, e eles próprios, quando chegarem a idade avançadas, se tiverem que ir para um lar, com certeza que irão ficar em lares de luxo com condições muito diferentes daquelas que pretendem para a maior parte da população idosa.  

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publicado às 20:40

Patriotas somos nós

por Manuel_AR, em 04.12.12

Fonte: http://galeriacores.blogspot.pt/

 

Os verdadeiros patriotas e com sentido de responsabilidade somos todos nós os portugueses que aguentam tudo o que nos impingem sem lamúrias. Se todas as medidas tomadas por esta maioria que pusemos no governo do país os afetasse não seriam tão lestos a tomá-las, e, mesmo assim, se algumas há que os possa afetar conseguem sempre contorná-las em seu benefício.

Estão a conseguir e vão continuar a pôr ainda mais este país de tanga sem quaisquer objetivo bem definido e esperando que do céu caiam investimentos que milagrosamente criem postos de trabalho.

O CDS bem pode disfarçar e por-se de lado assobiando e vir dizer, através de um ou outro seu deputado, indigitado para o efeito, e passo a "traduzir" em português corrente e popular, que não concordam... e que... até se opõem a algumas medidas..., mas que, enfim,.... temos que fazer este sacrifício de apoiar por uma questão estabilidade política. Quer dizer dá uma no cravo e outra na ferradura. 

Claro está que a estabilidade política a que se referem é a deles porque desde o tempo de Santana Lopes que não ocupavam o espaço do poder e, por sinal, muito mal ocupado e cheio de trapalhadas, basta ler a imprensa da época (refiro-me ao CDS). Portanto não poderiam perder esta outra grande oportunidade.

Uma aliança para que haja uma maioria parlamentar não tem que ser obrigatoriamente concretizada pela pertença a um governo. Ela pode funcionar  do mesmo modo e sem que haja compromissos governativos, mas o poder ofusca este tipo de partidos anciosos pela ocupação e distribuição de cargos, como se, de um pagamento de dívida de serviços prestados às suas clientelas partidárias se tratasse.

Veja o caso do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de Mota Soares que foi ocupado para estimular a caridadezinha que, segundo ele, deve ser feita pelos cidadãos que em nada contribuiram para a pobreza e, tudo isto para cativar as populações mais desfavorecidas de modo a poderem colher dividendo eleitorais no futuro nem que, para isso, tenha que tomar medidas demagógicas que depois difundem pela comunicação social dizendo  que "nós aumentámos as pensões mais baixas que estavam congeladas há vários anos...", resta saber quanto e à custa de quem! E não será que ele, o sr. ministro, retirou verbas aos desempregados e a outros também necessitados para essa habilidade política?

 

E muitos portugueses ainda continuam a acreditar nestes senhores! É preciso ser mesmo muito clubista!

 

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publicado às 08:39

Foi noticiado um acordo com a APIFARMA e o Infarmed para a distribuição pelos idosos (repito: pelos idosos) medicamentos que estejam a seis meses do fim da validade. A medida parece-me positiva, mas como já vamos estando habituados às mais diversas “manobras” destes senhores que nos governam ficamos logo em alerta.

Como se está a verificar uma quebra na procura dos medicamentos por falta de recursos financeiros de quem necessita de os comprar, normalmente os pensionistas e reformados idosos, aqui está mais uma medida, esta aparentemente positiva, daquele senhor que está no Ministério da Segurança Social que hoje propõe uma coisa e amanhã o seu contrário.

O objetivo suposto é que as empresas farmacêuticas distribuam medicamentos que estão no fim de prazo de validade por falta de venda. Dizem ser uma doação, mas, resta saber, quem vai assumir os custos a distribuição se são a APIFARMA e o Infarmed.

 Claro que, quem vai apanhar com os medicamentos em final de prazo são mais uma vez os idosos que são os mais  vulneráveis economicamente e menos informados, podem não perceber qual o verdadeiro alcance da medida, devido à falta de informação e de esclarecimento sobre a  “bondade da oferta”.

O pode acontecer se, por exemplo, um medicamento com uma embalagem de 20 comprimidos estiver a uma semana do final do prazo, continua a ser válido tomar esse medicamento sabendo que após alguns dias ficará fora de prazo? E se, em conformidade com a posologia indicada, esse medicamento não for consumido nessa semana? Haverá ou não, o risco de esse medicamento continuar a ser utilizado pelo doente após ter caducado a validade?

Há ainda outro problema que é o de saber se os medicamentos a distribuir são, de facto, aqueles que são os mais utilizados pelos idosos face à prescrição médica e também se serão os se encontram em armazém perto do final da validade. Combater o desperdício sim, mas não à custa das pessoas. É que, quem toma medidas, deve saber que está a lidar com pessoas e não com números.   

Poderemos sempre especular sobre uma possível teoria da conspiração contra os idosos. Se em condições normais aqueles medicamentos não estariam autorizados a ser comercializados e a entrarem no mercado farmacêutico, porquê agora a descoberta desta grande medida social?

Conforme o previso no Programa de Emergência Social, a distribuição dos medicamentos é feita em «locais próprios e credenciados nas instituições sociais, com salvaguarda das regras legais de segurança». Vão controlar isto? Então não vão…? E os custos do controle não contam? Poupam na farinha e gastam no farelo. Resta ainda saber se aquelas instituições farmacêuticas não receberão quaisquer compensações do Estado, por poucas que seja, com esta benesse aos idosos.

Após ano e meio qualquer cidadão como eu está no direito de desconfiar de quaisquer medidas que venham desta governação porque elas trouxeram sempre “água no bico”. Quer dizer com isto que dizem uma coisa e aplicam outra, prometem uma medidas e executam outra.

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publicado às 18:59

O governo que é uma grande prenda

por Manuel_AR, em 12.06.12

 

Leia algumas prendas de última hora do nosso governo e adivinhe quem vai pagar.

 

 

Lisboa - Ano Europeu Envelhecimento

 

 

Apesar de se dizer que a segurança social pode vir a estar em colapço, Mota Soares recusa-se a subir o limite das reformas para os 67 anos o que não justifica com argumentos convincentes, ao contrário do que vem sendo sugerido por alguns especilaistas (porque será?). Expliquem-me por favor!

Contudo prefere reduzir em 25% as reformas dos que entrarem no sistema. Por sua vez, segundo o Correio da Manhã, o ministro Mota Soares dispensa as empresas agrícolas e os seus trabalhadores do pagamento das contribuições para a segurança social (mas com recuperação!). Como é possível? Segundo dizem a segurança social está em dificuldades financeiras! Claro que no futuro, com medidas destas, as pensões irão ficar cada vez mais em risco. Alguém vai pagar a fatura! Quem será...? Quem será...? Vejam se adivinham! 

Ah! já me esquecia, ele também diz que em 2013 recupera a verba mensalmente de forma equitativa. Quem lhe diz a ele que as empresas agrícolas vão ter dinheiro nessa altura para cumprir o compromisso! Está-se mesmo a antever o que pode acontecer, ou não está?

 

 

Outra prenda a que me referi em "post" anterior quando abordei a questão dos nosso impostos que compensam as PPP pela falta de tráfego, confirma-se agora. Nas auto-estradas o tráfego  no primeiro trimestre deste ano caiu cerca de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Nas antigas SCUTS após introdução das portagens houve uma quebra de 45% a Norte e a Via do Infante do Algarve  perdeu mais de 56%. Quem está a pagar, através dos impostos, esta diminuição de tráfego e deixou de poder utilizar as auto-estradas devido ao preço das portagens, quem é? Adivinhe se for capaz!

Fontes: Estradas de Portugal e CM

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publicado às 15:46

                                                 

                                                              

 Abrir locais onde a população necessitada possa, em tempo de dificuldades extremas como a que estamos a passar,  ir tomar refeições quentes, em si mesmo não é um mal, antes pelo contrário. Mas a abertura de novas cantinas sociais é noticiado como se de um grande feito se tratasse. Isto é uma vergonha para o nosso país. Se há necessidade de abrir mais cantinas é muito mau sinal. Ao contrário do que afirmou Passo Coelho, no encerramento do XIX Congresso do PSD/Açores, ao dizer que pretende terminar com as "estruturas que perduraram durante anos" e "mantiveram muitas vezes as pessoas na dependência da esmola que o Estado lhes dá", quer manter, cada vez mais, as pessoas nesta dependência de forma indireta. Isto é, através de apoios dados pelo Estado a estruturas, que no tempo de Salazar se chamavam sopa dos pobres, mas que têm desempenhado um papel relevante na sociedade.

O problema não está na abertura das catinas sociais para apoiar as pessoas, está na necessidade de as abrir! O que devia ser uma vergonha, passa a ser pela negativa um trunfo político do prolixo, como já le chamam, Dr. Mota Soares.

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publicado às 16:36

Lares podem passar a depósitos de idosos

por Manuel_AR, em 11.03.12

 

 

 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

  

 

 

 

O Ministério da Solidariedade e da Segurança Social,segundo Mota Soares, vai alterar a lei que regula o funcionamento dos lares para idosos flexibilizando as regras até agora estabelecidas, reduzindo os padrões de exigência.
Segundo fonte daquele ministério ao Jornal de Notícias, notíciado pela RTP  "além do aumento da capacidade dos lares licenciados pela Segurança Social, previsto em 20 por cento, o Governo pretende aligeirar as regras relativas à construção e às obras destas instituições".
Com o preteexto de dar respostas à procura de lares, o que ao mesmo tempo se pretende é aumentar as margens de lucros deste tipo de instituições privadas. Com o aumento da capacidade de alojamento de idosos nos lares não se prevê que vá aumentar o pessoal de apoio, ficando os utentes a ser menos acompanhados, isto é, o rácio idosos por trabalhador de apoio aumentará.
Alguém comentou num canal televisivo que quartos de uma ou duas camas para idosos eram um luxo!  Iremos assistir na maior parte dos lares (não os de luxo claro!) espalhados por este país a serem transformados em contentores e em depósitos para idosos que, mesmo com a legislação atual já o são de facto na maior parte dos casos.
As famílias destes senhores decisores, e eles próprios, quando chegarem a idade avançadas, se tiverem que ir para um lar, com certeza que irão ficar em lares de luxo com condições muito diferentes daquelas que pretendem para a maior parte da população idosa.  

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publicado às 22:00


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