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A Pátria minha amada

por Manuel_AR, em 19.11.13

 

 

O primeiro-ministro Paulo Portas, digo vice-primeiro ministro, ou não sabe o que está a dizer ou não sabe o significado das palavras. Em primeiro lugar, e já o sabemos, desconhece o sentido da palavra irrevogável, por mais que venha a dizer que foi por ter sentido de estado e por dever patriótico que foi obrigado a efetuar uma volta completa ao “circo” onde sempre se moveu.

 

O mais grave foi a afirmação de hoje, catorze de novembro, em que este “clown” político disse, conforme noticia o Jornal i, que "o que a Irlanda prova é que é um país com coesão e com sentido de nação", isto, relativamente ao regresso aos mercados pela Irlanda sem programas cautelares, resgates e outro que tais.

 

Paulo Portas desconhece, faz de conta que desconhece, ou quer que, todos quantos vivemos neste país, esqueçamos que foi o próprio governo que ele quis deixar irrevogavelmente e do qual, por magia, voltou a fazer parte que, ao longo destes dois longos anos e meio, contribuiu para fazer quebrar a coesão nacional e fazer perder o sentido de nação ao pôr portugueses contra portugueses.

 

Colaborou ao ajudar a colocar gerações contra gerações, trabalhadores contra trabalhadores, veja-se o caso do setor privado contra o setor público, trabalhadores que perderam os seus empregos contra outros que o mantêm a custo, pretender colocar todos contra as instituições democráticas, nomeadamente contra o Tribunal Constitucional pelos falhanços do governo de que faz parte etc., etc..

 

Paulo Portas não se enxerga na sua ânsia partidária de manter os seus boys no governo, de contribuir cada vez mais para o assistencialismo e fazer subir a sua cotação no mercado eleitoral que anda cada vez mais por baixo. Quem o viu e quem o vê!

 

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publicado às 19:46



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