Terça-feira, 15 de Abril de 2014

A entrevista da confusão

O governo é useiro e vezeiro em atirar para a praça pública cenários negros que relativiza posteriormente com qualquer outro cenário de tonalidade mais ou menos cinzentas que posteriormente venha a ser aplicado. É a verdade da mentira. Tem sido assim, e continua a ser assim. Aliás viu-se hoje com a entrevista que Passos Coelho deu à SIC, por sinal mal conduzida pelo jornalista Gomes Ferreira, tentando confundir e ludibriar os portugueses sempre que pode. A realidade é mais ou menos cinzenta é sempre a mesma e acaba por terminar na aplicação de cortes e mais cortes a que chamam reforma do estado, mas que o não é. A ideia pode ser exemplificada imaginando-se o seguinte diálogo entre membros do governo.

- Olhe, ó Dr. M, vamos fazer passar para a comunicação social o lançamento dum imposto especial sobre as pensões a partir dos 600 euros. De tal fica encarregue o Sr. Secretário de estado J.

Diz o ministro P.: - Se as reações forem negativas vamos dizer que é apenas a partir dos 650 euros. Se não houver reações fica como está.

- Muito bem. Amanhã já vamos conhecer as reações.

Passado semanas ou meses, como as reações foram negativas é dado a conhecer, através de um “briefing”, após o Conselho de Ministro, que o tal imposto vai ser a partir dos 650 euros e não dos 700 euros.  

Esta tem sido a fórmula preferida pelo governo e pelo primeiro-ministro para jogara com a vida de uma grande parte dos portugueses que, para eles são de segunda.

Na entrevista mais uma vez Passos Coelho revelou uma confusão, omissão e falta de clareza confrangedores. O entrevistador mais parecia um representante que o entrevistado tinha selecionado para lhe evitar constrangimentos. Ou seja, mais do mesmo e anúncios velados do agravamento da situação. O anúncio efetuado por Passo Coelho há algum tempo atrás de que o pior já passou caiu em saco roto com a entrevista de hoje, o pior ainda está para continuar.

Será que ainda haverá alguém ainda confia em Passos Coelho apesar de experiências anteriores?   
Publicado por Manuel Rodrigues às 23:33
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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

Que saudades

Recordo as palavras de Jean Claude Trichet, antigo presidente do Banco Central Europeu, que afirmou em 14 deste mês que “No caso de Portugal e da Grécia, acredito que se o PEC tivesse sido aplicado muito rigorosamente teríamos evitado muitos problemas, muitos problemas, não digo todos os problemas”. 

Um telespectador do programa Opinião Pública de sexta-feira passada, da SIC Notícias confrontou Nuno Melo com uma afirmação sobre o PEC IV que o deixou muito agastado, diria até irritado, o que o levou a dizer agora surgiu a narrativa do PEC IV, mas que antes já tinha havido um PEC I, II e III que iria haver um PEC V e mandou ler o documento e ver o que lá estava escrito (eu já o li e reli). E então que conclusões tira senhor deputado Nuno Melo?

 

O senhor deputado pode querer insinuar que muitas das medidas que lá estavam eram as que o Governo entretanto tomou. Assim sendo, porquê então a pressa e a necessidade de derrubar o governo de José Sócrates e do PEC IV? Que vantagens houve se lá estava tudo o que os senhores fizeram para pior? Pois é senhor deputado Nuno Melo pode lá estar muita coisa, mas ao ser aplicado não o seria a mata cavalos como o tem feito este Governo e o mais provável ser sem as consequências desastrosas e já sem remédio que provocaram no país.

Devemos estar atentos e de olhos bem abertos às armadilhas que esta direita nos está a lançar.

 Volto a repetir: o que esta gente está a prometer a partir de maio é de facto o de um país da fantasia onde tudo é irreal e ao mesmo tempo absurdo. É uma espécie de engodo com açúcar para apanhar moscas incautas.

Devemos estar atentos e de olhos bem abertos às armadilhas que esta direita nos está a lançar.

Publicado por Manuel Rodrigues às 18:29
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Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

Exportações

Foto: Sic Notícias

As exportações não se situam apenas no domínio dos negócios e dos bens transacionáveis. As exportações também se situam no domínio da política de descrédito das instituições do nosso país e o principal exportador são o primeiro-ministro, o Governo e respetivos porta-vozes.

Uma das principais exportações das nossas instituições democráticas são as tentativas de descrédito e de pressão sobre o Tribunal Constitucional que tem sido falado, caso único no mundo civilizado, pela pior forma. A tentativa de internacionalização das medidas do TC sem que, quer o Governo na voz do primeiro-ministro, quer do Presidente da República tenham tomado qualquer posição ou tido uma palavra de defesa da nossa soberania, pelo menos a das nossas instituições democráticas. Todos os organismos internacionais se têm referido ao TC como é o caso do FMI, Comissão Europeia, na voz do seu presidente Durão Barroso, OCDE e, agora, até o CITIBANK.

Será de facto posição de estadistas omitirem e passarem ao lado sem uma tomada de sentido de estado dos nosso governantes (vejam-se as declarações de Durão Barroso sobre o TC tomadas ao lado de Passos Coelho) e da Presidências da República. Isto é posição de garotos sem qualquer sentido de Estado que tanto apregoam. Por que admitem sem uma palavra de repúdio como se tudo isto fosse a normalidade. Será isto defender Portugal e as suas instituições democráticas? É explicável pois para eles defender Portugal é apenas defender os seus interesses e os lugares que ocuparam e distribuem pelos amigos oriundos das Jotas.

E por aqui me fico porque senão ainda sou multado ou mesmo preso por escrever no blog que não seja ser a favor do Governo, como é o caso que se está a passar na Hungria que até mudam a Constituição por decreto. Valia a pena terem visto, para quem a não viu, na Grande Reportagem que passou hoje na SIC ou consulte a Visão de outubro de 2012.

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 23:34
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Segunda-feira, 8 de Julho de 2013

A reviravolta

 

Se os discursos de Paulo Portas, convenceram e ainda convenciam alguém, deixaram de ter a ténue credibilidade que ainda se lhes atribuía. Paulo Portas está, agora, não na corda bamba do equilibrista, mas no trapézio donde a queda pode ser mesmo mortal.

 

 

O meu comentário aos últimos acontecimentos da política, enquanto factos, é de apenas “no comments”, pelo que, face à velocidade com que os acontecimentos iniciados na passada semana apenas me resta deixar alguns registos, desligando-me do que muitos comentadores debitam causando tédio aos telespectadores e ouvintes que já nem os ouvem, apenas veem conversando para o lado.

Há já algum tempo coloquei um “post” sob o título de “O Ballet Acrobático de Paulo Portas” sobre as viragens e piruetas político-acrobáticas pauloportianos. Enganei-me apenas no “timing”.  

Curioso foi que, com a carta de demissão assertiva e preocupante de Vítor Gaspar, os mercados não tugiram nem mugiram ou, se mugiram foi pouco. Mas, face à pseudo irrevogabilidade demissionária de Paulo Portas, os mercados reagiram em delírio. Até Durão Barroso como que alucinado e surpreso pelos acontecimentos veio tentar exercer pressões, mascaradas de aconselhamentos dizendo, numa declaração escrita sublinhava que, "como  já é patente pela reação inicial dos mercados, existe risco evidente que  os ganhos de credibilidade financeira de Portugal sejam postos em causa  pela instabilidade política", ao que a SIC Notícias acrescentou, que se vive no país, na sequência do pedido  de demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, líder do  CDS-PP, parceiro de coligação do PSD no Governo. "A acontecer tal, seria especialmente grave para os portugueses, nomeadamente  porque se anunciavam já sinais de alguma recuperação económica", adverte.

Recuperação económica? Qual? Claro que isto foi mais uma ajudinha ao PSD e ao seu Governo de incompetentes, infiltrado por juventudes neoliberais sem preparação cultural e política, na verdadeira aceção das palavras.

Os comentadores e jornalistas que oraculizaram sobre o tema das demissões dos dois ministros adjetivaram, cada um à sua maneira, os comportamentos e atitudes políticas dos dois demissionários. Para alguns, o Dr. Paulo Portas foi irresponsável, emotivo, birrento, viravoltas, incompreensível, etc.. Mas, para ele, a sua demissão foi uma “atitude de consciência”. Podemos então ser levados a pensar que, Paulo Portas, com a reviravolta, perdeu a consciência?

Segundo a Rádio Renascença, Paulo Portas terá afirmado que nesta crise, separou o plano pessoal do institucional e que o facto de ter pedido a demissão de ministro e de Estado e dos Negócios Estrangeiros não o impediu, nem poderia impedir, de conduzir pelo CDS negociações que classificou de muito relevantes para o interesse nacional. O líder do CDS afirmou ainda que, ao tomar a atitude que tomou, tinha de estar disponível para renunciar a qualquer tipo de atividade política, quer ao nível do Governo, quer do partido. Mas acrescentou que se tivesse de escolher entre o interesse próprio e o do partido, escolheria o do partido e, se tivesse de escolher entre o interesse do partido e o interesse do país, escolheria o do país.

Há um enigma no meio disto tudo que só muito mais tarde, se alguma vez se vier a desvendar, passaremos a conhecer.

Pelo que se sabe, na política, Paulo Portas raras vezes tem perdido e, se alguma vez perdeu, voltou para ganhar. As piruetas e acrobacias de Paulo Portas não irão ficar por aqui.

Se os discursos de Paulo Portas, convenceram e ainda convenciam alguém, deixaram de ter a ténue credibilidade que ainda se lhes atribuía. Paulo Portas está, agora, não na corda bamba do equilibrista, mas no trapézio donde a queda pode ser mesmo mortal.

Algo a médio prazo, talvez um ano, se irá passar, o que duvido é que seja para bem de Portugal e da maioria dos portugueses. 

Publicado por Manuel Rodrigues às 19:21
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Quarta-feira, 20 de Março de 2013

Os bons e os maus desenhos segundo Catróga

O Dr. Euardo Catróga deu ontem, numa entrevista à TVI24, uma figura caricata ao tentar justificar, atabalhoadamente, o mau desenho do programa da “troika” que só agora o PSD descobriu estar mal desenhado. Tendo gasto o tempo num “déjà-vu” de regresso ao passado e sobre a história da causa da intervenção da “troika” que os portugueses já se fartaram de ouvir, o que levou o entrevistador, e muito bem, a recordar-lhe que se situasse no presente. Descobriu também ao fim de quase dois anos que o programa deia ser reajustado, como se fosse coisa que nunca se tivesse ouvido falar.

Por motivos patrióticos, dizia ele, é que o PSD e o CDS assinaram aquele memorando. Omitiu, ostensivamente o facto de, após a assinatura, ter feito declarações nos órgãos de comunicação, que podem ser comprovadas, onde claramente dizia que o memorando tinha sido melhorado devido à intervenção do PSD o que pode ser confirmado, entre outros, no Jornal Público Economia de 3 de maio de 2011. Como estas há muitas mais mas é gastar espaço e tempo, não merecidos, a citá-las.

Os portugueses também não esqueceram que o próprio primeiro-ministro Passos Coelho disse que “temos que ir para além da troika” e que o memorando era o programa de governo do PSD.

Na sua entrevista teve ainda tempo para tecer elogios ao ministro Vítor Gaspar defendendo até que as previsões como as que ele apresentou deviam ter um intervalo como por exemplo entre 1 e -3. Estão a ver não é? Quando falhassem estavam sempre dentro do previsto, logo estariam sempre certas. Estará por acaso à espera que se lhe atribua um outro grande lugar bem pago, seja onde for? É por gente como esta que nós estamos a ser governados.

O Dr. Catróga, na altura o coordenador do programa eleitoral do PSD, não pode agora colocar-se de fora. Mostrou que, para além de uma atitude facciosa, gastou o seu tempo de antena com minudências para não utilizar um palavrão por ele empregue na SIC Notícias na altura em que se discutia o memorando em 2011.

Publicado por Manuel Rodrigues às 20:40
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

Ligados pelo pescoço

 

Para quem está de fora dos meandros da política a perceção que se tem do ministro Miguel Relvas é a de que  é um mau político que tem prejudicado o Governo. Se este o mantém é porque existem interesses mútuos que em muito ultrapassam os interesses do país. Há uma imagem interessante que António Capucho do PSD utilizou dizendo num frente a frente na SIC Notícias que Miguel Relvas e Passo Coelho parecem estar ligados por uma corda ao pescoço de tal modo que se um saltar por uma janela o outro vai atrás. Sendo Relvas um prejuízo para a imagem do Governo, como se pode compreender o facto de ainda continuar a fazer parte dele, a não ser o receio de que Relvas, ao deixar o governo, arraste Passos Coelho para a queda. Podemos inferir então que os interesses pessoais e partidários devem ser muito superiores aos interesses do país e dos portugueses. Somos levados a questionar que negócios existirão ou promessas terão sido mutuamente feitas para que tal suceda?

Neste fosso está também mergulhado o CDS, enquanto colaboracionista de políticas que vão, num crescendo, destruindo um país que nem a direita nem a esquerda vão poder recuperar tão cedo. Somos um país que está neste momento a depender quase e apenas das exportações, se estas começam  falhar onde é que nos vamos agarrar. Este governo apenas tem planos de contingência e planos para os cortes mas nada tem a oferecer para alavancar a economia a não ser, e apenas, palavras, nomeadamente as de Miguel Relvas que apenas prejudicam.

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 19:27
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012

Isabel Jonet uma senhora com letra pequena

Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar contra a Fome, advogou ontem, 6 de outubro, na edição da noite da SIC Notícias  empobrecimento e fome para os portugueses como necessários para a saida da crise.

Afirmou ainda que o estado social não pode continuar e que vivemos todos acima das nossas possibilidades, numa mesa redonda onde se encontravam Manuela Ferreira Leite e Rui Vilar.

Custa a acreditar mas é verdade. Para ela a luta contra a fome é criar mais pobreza.

É preciso que haja fome para que senhoras como esta possam existir.

 

VEJAM

 

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 09:46
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Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

O que outros dizem!

 

em:www.ladroesdebicicleta.blogspot.pt

Por que merecem uma reflexão e não porque esteja ou não de acordo, vou transcrever parcialmente, e com a devida vénia, dois artigos publicados no Jornal Expresso e respetiva Revista do dia 28 de abril onde podem ser lidos na íntegra. O primeiro é de Martim Avilez e o segundo de Clara Ferreira Alves sem quaisquer espécie de ordem preferencial mas apenas pela minha ordem de leitura.

O primeiro, denominado "Eles não sabem que o sonho", com base num estudo efetuado por Elísio Estanque do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Martim Avillez aponta os políticos como traidores da classe média dizendo, com base naquele estudo, que "da mesma forma que a memória da revolução está em risco, também a classe média nacional pode desaparecer". A classe média que praticamente não existia até 1974, e que "em 30 anos nasceu uma nova classe social no país, fundada na convicção de que, em comparação com os pais, deram um enorme salto na escada social...". E que "Uma das grandes conquistas de abril foi a legítima ascendência social de filhos de operários e agricultores. Esta nova classe média, porém pode estar no fim do sonho....".

O desemprego disparou sobretudo nesta classe não apenas do emprego por conta de outrem e no Estado, mas também se instalou entre trabalhadores e empresários de pequenos negócios. "É na educação, saúde, justiça, administração pública e poder local (os novos empregos da classe média) que mais cortes estão a ser feitos." A classe média está na "emergência de deixar de o ser - e são mais de 2 milhões de famílias." E mais não digo porque vale mais ler o artigo completo na p. 40 do já referido jornal.

 

O segundo artigo, de Clara Ferreira Alves com a qual não concordo em muitos pontos de vista desde o tempo de José Sócrates nos debates televisivo da "Noite dos Diabos".  Intitula-se "Os "Abrileiros"" e devo reconhecer que este seu artigo mostra uma parte do que se está a passar em Portugal e sugiro a sua leitura na íntegra. Todavia não resisto a citar uma parte que é muito preocupante para todos nós, mesmo para aqueles que dizem não ligar à política.

Diz a autora do referido artigo que "...Portugal está a ser vendido a retalho. A água, a eletricidade, o gás, o petróleo, o cimento, a energia, a rede elétrica, a companhia aérea, os correios, a televisão pública, a imprensa independente, a rede comunicações, a banca, e de um modo geral tudo o que implique tarifas monopolistas, manipulação dos media e lucros garantidos está a ser alienado. Só falta o ar que respiramos. E o futuro, os fundos de pensões, os impostos por vir, a segurança social, a saúde pública e a educação pública estão a ser negociados. Em nome da crise e da Troika, este Governo está a vender o nosso tecido económico, a nossa capacidade de rejeição, a nossa possível insensatez. Está a vender os futuros estudantes, os trabalhadores, os desempregados, os pensionistas, os emigrantes...". Vale a pena ler o antes e o depois desta citação no original.

 

Digo eu agora: privatizar sim mas com peso conta e medida. Tudo isto em nome da recuperação económica e para salvar Portugal da bancarota? Quem vão ser os beneficiários? Os portugueses?

Rejeitaram o PEC 4, sugeriram e participaram na vinda das entidades internacionais (CE,BCE e FMI) que com elas colaboraram. Ajudaram a derrubar o anterior governo  do qual, diga-se de passagem, muitos já estavam fartos. Afinal com que objetivo? Para salvar Portugal? Talvez não!

Se quisessemos fazer juízos de intenção poderíamos afirmar que a obsessão do PSD e de Passo Coelho pelo poder, mesmo com a Troika dentro de "casa", esse seria o momento e um bom pretexto para pôr em marcha toda uma política que o PSD e Passos Coelho queriam impor. Tinha uma desculpa. Daí a ânsia pelo poder. Para além dos esqueletos escondidos dentro do armário do anterior governo, Passos Coelho tinha também os seus próprios esqueletos muito bem escondidos que tirou do armário só depois das eleições, como não podia deixar de ser. É isto que o governo atual tem para oferecer a quem lhes deu o poder: esqueletos escondidos nos seus armários. E isto nada tem a ver com ideologia, dizem, mas sim com o passado! 

 

Já agora, vale a pena ver as últimas notícias sobre as previsões do governo para a nossa economia traçadas no DEO – Documento de Estratégia Orçamental e os respetivos comentários em:

 http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/04/30/portugal-cresce-25-e-defice-fica-nos-05-em-2016-afirma-ministro-das-financas#commentsContainer

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 18:26
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Livros que já li

Prisioneiros da Geografia Tim Marshall As cidades invisíveis Italo Calvino Quando Portugal Ardeu Miguel Carvalho A Vida Secreta dos Livros O Romancista ingenuo e o sentimental de Orham Pamuk malbe

Os porques da esperança.png

Demorei algum tempo a ler este livro mais do que o costume. Livro sobre a política nacional sobre a forma de entrevistas que passaram na TVI 24 efetuada por um provocador nato cujas respostas são dadas por um astuto tribuno da palavra. Livro que aborda temas nacionais da política recente com uma abordagem em que as palavras se se entrelaçam com alguma exposições mais académicas. Um bom manual para quem se interesse pela política em Portugal nos últimos tempos.  

 

 

Piketty_Capit_SecXXI


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Rodrigues, Manuel A (2008). Televisão e os efeitos de exposição a mensagens televisivas na educação: o efeito da terceira pessoa, Cadernos de Investigação Aplicada, (2). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.


Rodrigues, Manuel A (2005). Do Presencial ao Online: um estudo de sobre a atitude de estudantes face a situação de aprendizagem online, Actas do VII Simpósio Internacional de Informática Educativa-SIIE05, Escola Superior de Educação de Leiria.


Rodrigues, Manuel A (2004). Um Modelo de Formação em Ambiente Misto de e-Learning (Blended Learning): uma experiência na disciplina de Tecnologia Educacional, Actas da Conferência eLes’04: e-Learning no Ensino Superior, Universidade de Aveiro.


Rodrigues, Manuel A (2004). Marionetas em Liberdade: a identidade pe(r)dida com as novas exigências curriculares, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.


Rodrigues, Manuel A (2000). Ciberespaço, Internet e as Fronteiras da Comunicação Educacional, Lisboa, Universidade Aberta. Porbase, CDU 37.01(043), 159.95043), 005.73Internet(043.2),371.1043)

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