Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

Cães raivosos são eles

Cão Raivoso2.png

Não gosto de escrever utilizando uma linguagem idêntica à da direitalha porque passarei a fazer parte dum grupo de sinal contrário, pelo que desde já a desculpa pelo título. Mais adiante perceberão porquê.

Se nos dermos ao trabalho de pesquisar nos órgãos de comunicação informações sobre indicadores de economia, finanças, juros da dívida, mercados etc. e compararmos a informação noticiada nos períodos de 2012 e 2014 com as do período de 2015 até ao momento deparamo-nos com casos curiosos.

Durante o anterior governo, o da direita PSD/CDS, qualquer informação que houvesse sobre pequenos/ínfimos resultados positivos dos indicadores, alguns até pouco significativos, os portugueses eram bombardeados diariamente com a repetição exaustiva sobre aquela informação. Quando os resultados não eram muito favoráveis a notícia era dada rápida e parcimoniosamente.

O que vemos atualmente é precisamente o contrário. O que o atual governo tem conseguido é noticiado parcimoniosamente e sem grande impacto e tudo o que é desfavorável é noticiado com um relevo às vezes não justificado.

Se alguém acha que a comunicação social não tem animosidade com esta fórmula de governação à esquerda, então desengane-se. A direita toma conta de a crias com a ajuda da comunicação.  

Vamos a outro caso. Aqui há algum tempo atrás o Conselho Económico e Social pela voz de Teodora Cardos colocou de certo modo em causa as previsões do Governo para a economia, que ela dizia serem demasiado otimistas. Aliás basta comparar as previsões do CFP, que aparecem sempre no sentido do desfavorável, comparativamente com as restantes instituições internacionais e com as do Ministério da Finanças que se encontram em quadros publicados por aquele organismo. Será a metodologia utilizada pelo CFP para poder dar resultados convenientes? Mas o que interessa é que as previsões dadas quer pelo Governo, quer pelas instituições, são noticiadas pela rama e sem enfase, ao contrário do que se passava no anterior governo.

A partir daqui confluímos obrigatoriamente com as manobras de diversão que a direita pretende seja agenda política na abertura dos noticiários que é tudo o que menos interessa ao comum dos cidadãos, isto é, a chicana política de descredibilização.

Os bons resultados obtidos e a confiança das instituições europeias obtidos pelo Ministro das Finanças e pelo atual Governo revelado pela decisão da Standard & Poor’s (S&P), Portugal sentiu logo nos mercados o efeito positivo de ter tido uma das principais agências de rating mundiais a retirar o nível “lixo” que atribuía à sua notação de crédito assim como a saída de Portugal do lixo da agência de avaliação que foi noticiado pela rama no primeiro dia tentando que passasse pelos pingos da chuva.  A queda de juros registada esta segunda feira tem o potencial para gerar poupança anual de 37,5 milhões de euros em emissões de Obrigações do Tesouro (OT) a notícia foi dada sem grande relevo contrariamente ao que se passava no governo da direita. Tudo isto são pedras no sapato da direita e da qual não se consegue desenvencilhar e, por isso, procura o acessório, o desinteressante, o achincalhamento e a comunicação social sempre ávida de furos jornalísticos dá ajudinhas.

Quando foi colocada dívida pública cuja oferta superou a procura e a juros negativos, A TVI e a SIC noticiaram? Não. E a amortização da dívida com o pagamento ao FMI de 1700 milhões de euros? Foi dada timidamente. A TVI apenas deu uma pequena passagem de António Costa em que o divulgava, mas nem me recordo se foi passado nos noticiários em horário nobre ou se foi noutra altura e apenas uns breves 25 segundo, ficando-se por aí. Recordo-me que qualquer mexeriquice propagandística que vinha, e vem da direita, era, e é papagueada várias vezes ao dia.

Isto é falta de isenção, de independência, é informação de fação.

Alguns, como João Miguel Tavares, que escrevem nos jornais opiniões políticas sobre o Governo alinham pelo mesmo diapasão e logo surgem comentários online dos tais direitalhos contra quem não discorda de Miguel Tavares e contrapões com linguagem direitalha:

“Os cães raivosos do costume não conseguem esconder a sua irritação pois sabem que o João Miguel tem razão e tudo não passa dum castelo de areia e esses resistem muito pouco. É tudo uma questão de tempo. A única coisa que me deixa na expectativa é saber quem vão eles (os cães raivosos) culpar a seguir.”. Como já escrevi é esta a linguagem da direitalha. De certo que este termo também será um pouco pejorativo, mas é o nome para quem assim escreve, e este é uma pequeníssima amostra.

Bem, está visto quem são afinal os cães raivosos!

Publicado por Manuel Rodrigues às 09:49
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Terça-feira, 11 de Julho de 2017

A orquestração

Orquestra.png

Há uma orquestração que tem vindo a ser muito bem dirigida, mas que é duma baixeza e oportunismo partidário a todos os níveis que só direita poderá estar a dirigir com beneplácito dos canais televisivos que, juntamente com comentadores, pouco isentos e partidariamente coniventes, se encarregam de divulgar e amplificar os casos cuja informação prestada ao público por vezes mais parece ser orquestrada à boa maneira da antiga união soviética, já para não dizer da Coreia do Norte. Quem vê televisão tem o sentimento de estar a receber informação imbuída de monolitismo ideológico de direita, com uma ou outra pincelada, aqui e ali, de contraditório que, no meio da pintura, nem nos apercebemos.

Todas os casos sucessivos que têm vindo a lume nos últimos tempos não me parecem coincidências. Surge-me por isso no espírito uma suspeita de orquestração proveniente da direita, (da esquerda não será com certeza), e com a afabilidade dos canais de televisão. O grave é que instituições, como é o caso da PGR, que deveriam ser isentas, estejam a reboque duma agenda partidária que chega às raias do subversivo. Parece que num repente se abriram as caixinhas onde estava tudo no recato á espera de favorecer a oportunidade partidária da direita. Isto parece-me ser subversão das instituições para benefício partidário.

Publicado por Manuel Rodrigues às 20:38
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

O charmoso

Passos Coelho_14.png

 

Há dias atrás algumas televisões deram-nos a conhecer uma notícia de grande importância: Passos Coelho está entre os dez governantes mais charmosos do mundo. Fantástico! É um dos bons motivos para se votar na coligação PAF.

Estas notícias, provavelmente pesquisadas por jornalistas apoiantes do quadrante da direita mais radical do PSD onde Passos Coelho se insere, depois lançadas para as redações, fazem parte duma estratégia eleitoral que são um atentado à perceção que os portugueses fazem da política.

Votar em alguém que é charmoso é votar na competência política e governativa. Ser político e ser charmoso, ter voz de barítono e saber cantar é um fator importante para ser eleito primeiro-ministro.

Não foi por acaso que esta notícia foi divulgada. Quem a produziu acha que há por aí tontinhas e tontinhos de portugueses cujo charme é o elemento importante em política para decidir em quem votar, mesmo que esse voto os possa conduzir, mais uma vez, ao engano e ao desengano.

Ser charmoso é, sobretudo para alguns setores do sexo feminino de meia-idade, condição para conceder um voto a alguém para nos governar.

Como dizia numa telenovela o ator brasileiro Duarte Lima “Estou certo ou estou errado?”

Posso estar errado, mas que ainda há tontinhas e tontinhos que vão por aí, lá isso há.

Publicado por Manuel Rodrigues às 12:02
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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2013

Coligação azul-laranja ou laranja-azul?

Com a aproximação da época outonal das férias restam apenas recordações. Boas ou más consoante o que os senhores do governo determinaram, austeridade para muitos e bem-estar para uns poucos. Como podia ser confirmado no algarve, pasmava-se com ostentação gastadora dos tais que podem ainda ir de férias e comer bifes todos os dias e são intocáveis pela crise, enquanto outros, a maioria, olhava para a sardinhas que, este ano ao preço a que estavam já nem as puderam comprar, outros ainda, a crise que lhes provocaram obrigou-os a não sair de casa. É assim que se está a transformar este país, uma coutada para alguns, os mesmos que mais contribuíram para a crise.

As férias também serviram, noutros casos, como tempo de reflexão, longe das notícias das televisões alinhadas para captar audiências, muitas das vezes para lavagens das atrocidades políticas que desfilam sem que ninguém lhes ponha cobro, desculpadas pela necessária estabilidade política tantas vezes reclamada pelos mesmos que a provocaram no início do verão. Parte destas férias foram momentos para uma pesquisa tranquila de temas sobre o andamento da nossa triste política até que surja mais uma intranquilidade exógena a cada um de nós novamente desencadeada pelos mesmos do costume.

Os pregadores dos partidos, nomeadamente os da coligação laranja-azul, PSD-CDS, convidados pelas televisões calaram-se por poucos dias o que foi música para os nossos ouvidos e “poupança” para o povo livre das vozes dos elementos dos partidos da coligação do governo que proferem os mesmos argumentos desgastados e inverosímeis até à exaustão. 

A aliança laranja-azul ou azul-laranja (?) que governa (a ordem pode não ser arbitrária, dependendo de como cada um a entenda) colocou Portugal num fosso pior do que aquele donde o quis tirar.

Ao fim de dois anos e três meses a austeridade, provocada em parte pela necessidade do cumprimento do défice, e em maior parte pelo cariz ideológico neoliberal forçado que foi imposto e sempre reafirmado pelo primeiro-ministro que, para além de se aliar à “troika”, reforçou essa aliança com o discurso do “ir para além da troika”, não tendo conduzido a qualquer redução do dito, muito antes pelo contrário. Afinal para quê os sacrifícios?

Já sabemos, porque o repetem até ao limite, que é para as gerações futuras. Novo estilo em política, governar para quando estivermos todos mortos. Entretanto, até lá, as gerações futuras que são filhos hoje, a maioria claro, porque outros terão com certeza o seu futuro sempre garantido quaisquer que sejam as circunstâncias, recordar-se-ão das dificuldades e sacríficos que passaram e, quando lá chegarem, odiarão por certo, quem os colocou nessa situação.

De qualquer modo essa demagogia de passar para a opinião pública os argumentos das gerações futuras não passa de uma treta. Os atuais velhos e de meia-idade também já foram no passado gerações futuras e já nessa altura, quando ainda eram jovens, lhes acenavam com o mesmo chavão. Veja-se como se encontram agora. O mesmo irá acontecer aos atuais jovens. Daqui a trinta ou quarenta anos irão também ouvir os mesmos argumentos que são a chave desta direita radical que tem vindo a conseguir dividir o país.

Por sua vez a tentativa de entalar o maior partido da oposição ainda não terminou, Cavaco Silva e Passos Coelho (esta ordem não é arbitrária) ainda não desistiram de fomentar uma tal união nacional (?) que englobe os partidos ao que chamam arco da governação. Arco? Quando muito círculo, não, não é circo, é mesmo círculo da governação, pois esta forma geométrica é a que melhor representa uma área delimitada por uma linha exterior que representa um itinerário que se repete, embora com alternância dos que a percorrem sem interrupção ao longo dos anos. Continuando, ao colocar o PS no mesmo saco parte do eleitorado deste partido poderia associar que, não havendo na prática oposição ou alternativa logo, tudo seria igual e não vale a pena muda. Então, aquando das eleições legislativas, as opções do eleitorado poderiam vir a favorecer o PSD que capitalizaria parte do potencial eleitoral de outro partido, neste caso o PS.

Como querem estes senhores do governo, especialmente o PSD, que haja um consenso nacional, ou uma “união nacional” como preferiam se eles próprios têm fomentado a divisão entre os portugueses, com um estilo político impróprio isento de princípios, de valores políticos, individuais e sociais que transbordam os limites da indignação.

Em termos muito simples e dum ponto de vista politicamente egoísta: quem fez o buraco é que o deveria tapar. Quem disse que o iria tapar ,mas o escavou ainda mais que se amanhe. A competência tem que ser comprovada por eles próprios sem ajudas, com factos e não com palavras e promessas vãs. Ah! Pois, o Tribunal Constitucional. Pois é!

Relembrando as várias atuações e a conduta do primeiro-ministro e do seu governo verifica-se que têm com frequência subvertido os processos democráticos mais elementares de decisão, para além de cometerem nas suas declarações públicas erros propositados de conteúdo tentando enganar os menos atentos ou os que não acompanham mais de perto a política.

Em vez de governar reage contra tudo e contra todos criando fraturas por vezes insanáveis na coesão social e até entre gerações que seria básico existir neste momento de negociações com a “toika”. Passos Coelho, juntamente com Paulo Portas, em vez de unir desunem com a consciência disso, sendo Passos Coelho o vanguardista da desestabilização social e política. Põe até em causa o sistema de valores em que até a direita mais conservadora se baseia, pretendendo abalar e fazer perder aos portugueses a convicção adquirida de que o poder político só se pode exercer de maneira formalmente legal. Tem umas partículas embora finas do modelo soviético no tempo estalinista e do modelo chinês maoista cujo exercício do poder ultrapassava a legalidade.

A tentativa de manipulação de normas jurídicas, pondo em causa as instituições democráticas, são um sinal do frenesi pela imposição de normas que põem em causa a lei fundamental desafiando o Tribunal Constitucional que até a poderosa Chanceler Merkel respeita no seu país, revelam uma inclinação para um tipo de poder neototalitário.

Este governo, como tal nunca visto, é perito em violações deliberadas da Constituição da República. Ao colocarem a questão sobre a forma de interpretação da lei fundamental pelo Tribunal Constitucional que segundo os apoiantes do governo é errada significa que, e apenas eles, são os detentores da verdade interpretativa. Pinta de pensamento único que os aflige não poder exercer.

O serão vai longo. Por aqui se fica…     

Publicado por Manuel Rodrigues às 18:46
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Sábado, 21 de Abril de 2012

Passos Coelho em Londres com David Cameron

O Sr Primeiro Ministros em Londres em mais um serviço da subserviência de Portugal.

O video do noticiário da SIC do di 18 de Abril mostra bem uma atitude de reverência face ao Ministro Britânico.

Atente-se, cerca de um minuto após o início da notícia e logo após à intervenção do reporter no local, no momento em que ambos contemplam um Quadro na parede, presumivelmente nº 10 da Down Street.

Cameron foi um dos 12 líderes europeus qu subscreveram um documento, dirigida à comissão europeia e aos Conselho Europeu sobre uma maior aposta no crescimento económico e no emprego.

Segundo o Jornal Público de 16 de Abrilde 2012 págia 7, "Passos, assim como Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, não foi convidado a assinar a missiva.".

Passos correu a promover um encontro com Cameron! Será que Merkel e Sakozy fizeram o mesmo? Desconheço!!... 

Repare-se como Passos subservientemente e interrompendo Cameron na apreciação do quadro aponta para trás  depois é que volta a olhar para o quadro. Provavelmente para lhe chamar a atenção sobre os fógrafos para poder ficar na fotografia! Será que os fotógrafos não poderiam esperar? O que seria prioritário para Passo Coelho, o quadro ou os fotógrafos!

Será isto política externa, propaganda ao governo e ao próprio Passos ou apenas um ato de bajulação? 

Apreciem em baixo o vídeo do noticiário.

 

 

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 16:01
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Livros que já li

Prisioneiros da Geografia Tim Marshall As cidades invisíveis Italo Calvino Quando Portugal Ardeu Miguel Carvalho A Vida Secreta dos Livros O Romancista ingenuo e o sentimental de Orham Pamuk malbe

Os porques da esperança.png

Demorei algum tempo a ler este livro mais do que o costume. Livro sobre a política nacional sobre a forma de entrevistas que passaram na TVI 24 efetuada por um provocador nato cujas respostas são dadas por um astuto tribuno da palavra. Livro que aborda temas nacionais da política recente com uma abordagem em que as palavras se se entrelaçam com alguma exposições mais académicas. Um bom manual para quem se interesse pela política em Portugal nos últimos tempos.  

 

 

Piketty_Capit_SecXXI


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Rodrigues, Manuel A (2011). Geografia Social Urbana na Licenciatura em Educação Social, Cadernos de Investigação Aplicada, (5). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas


Rodrigues, Manuel A (2010). Didática da Geografia: recurso à Literatura como proposta interdisciplinar, Cadernos de Investigação Aplicada, (4). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas. .


Rodrigues, Manuel A (2008). Televisão e os efeitos de exposição a mensagens televisivas na educação: o efeito da terceira pessoa, Cadernos de Investigação Aplicada, (2). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.


Rodrigues, Manuel A (2005). Do Presencial ao Online: um estudo de sobre a atitude de estudantes face a situação de aprendizagem online, Actas do VII Simpósio Internacional de Informática Educativa-SIIE05, Escola Superior de Educação de Leiria.


Rodrigues, Manuel A (2004). Um Modelo de Formação em Ambiente Misto de e-Learning (Blended Learning): uma experiência na disciplina de Tecnologia Educacional, Actas da Conferência eLes’04: e-Learning no Ensino Superior, Universidade de Aveiro.


Rodrigues, Manuel A (2004). Marionetas em Liberdade: a identidade pe(r)dida com as novas exigências curriculares, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.


Rodrigues, Manuel A (2000). Ciberespaço, Internet e as Fronteiras da Comunicação Educacional, Lisboa, Universidade Aberta. Porbase, CDU 37.01(043), 159.95043), 005.73Internet(043.2),371.1043)

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