Sábado, 19 de Agosto de 2017

Variações em dó menor da política de verão

Variações à viola.png

1 Durante este mês de agosto, tempo de férias e de descontração, já longe do bulício do Algarve e dos discursos de ocasião que, nesta época do ano, a direita PSD cumpre no Pontal, tinha decidido não escrever sobre política. Impossível! Há causas que me ultrapassam e que têm a ver com o descaramento e a hipocrisia desta gente da direita que apanham tudo o que têm à mão para fazer oposição à custa da desgraça das populações atingidas pelo terrorismo dos incendiários. A direita pretendia e pretende que este governo resolvesse agora com uma espécie de varinha mágica aquilo que ela, enquanto esteve no governo, nunca se interessou por resolver. Sim, porque não é preciso recordar que durante os seus famigerados quatro anos de governação também houve grandes incêndios e tudo ficou na mesma.

Passos Coelho, no Pontal, utilizou a mesma estratégia discursiva, e já cansativa, de quem, por já não ter mais nada para dizer nem para oferecer, vai-se repetindo numa espécie de via-sacra da política que o conduzir a ele e ao PSD até ao calvário.

2 No debate televisivo no jornal das nove na RTP3 do dia 14/08/2017 as intervenções entre João Galamba do PS e Carlos Abreu Amorim do PSD foram confrangedoras, cada um por diferentes razões.

Galamba, embora mostrando a segurança do costume, apresentava-se cauteloso na defesa de alguns pontos de vista, nomeadamente no que se referia à questão dos incêndios e da ministra administração interna. Os argumentos de defesa foram fracos e sem convicção, talvez falta de conhecimento dos factos. Quanto ao crescimento do PIB de 2,8% no último trimestre, o maior das últimas décadas, parece ter ficado desiludido por não ser terem atingido os 3% apesar de Amorim ter afirmado que tinha sido bom o crescimento, embora saibamos que há aqui uma ligeira alteração do discurso e que este elogio está impregnado de alguma hipocrisia e estratégia.

Nas restantes intervenções, Amorim, seguindo o mestre, refugiou-se nas coisas vãs pretendendo voltar a recuperar a síndrome do medo e do regresso ao passado falando numa potencial banca rota, coisa que, disse ele, a direita está preparada para evitar com as suas reformas. Sobre as reformas que seria necessário efetuar nada disse a não ser quando se referiu à reforma da segurança social, mas sem dizer como. Não o disse, mas todos nós sabemos quais foram e quais serão as que direita pretende fazer neste campo. Quanto a outras ficámos em branco.

Os conservadores de direita pretendem ser inovadores mas não são mais do que conservadores passadistas, quer quanto à ideologia, quer quanto às práticas de regresso ao tal passado de empobrecimento da população. E, no domínio da educação o regresso às estratégicas educativas inspiradas em algumas do Estado Novo, adaptadas, revistas e melhoradas, aproveitando, para tal, as possibilidades que a democracia lhes dá. Basta ler alguns discursos de Salazar da sua época áurea sobre o tema para se poder comparar.

Mas voltemos a Carlos Amorim que recupera uma terminologia sobre a classificação dos partidos que apoiam o Governo ao nível parlamentar, que faz jus à sua nutrida inteligência política, e que denominou de extrema-esquerda radical. Apesar do disparate há a intenção objetiva na aplicação daquela adjetivação àqueles partidos. Senão vejamos: a denominação de extrema-esquerda pode-se aceitar, mas juntar radical a esta designação parece uma contradição. Não será já uma extrema-esquerda radical? Se não o é, e é apenas extrema-esquerda, então é porque pode existir uma extrema-esquerda que não é radical. Então em que ficamos? Pode perguntar-se a Carlos Amorim como é que ele, no espetro político, classifica os partidos. Será que para ele existe uma extrema-direita que não é radical e uma outra que o é? Como os caracterizaria ele?

3 Não quero abandonar o tema sobre Amorim sem mais um tesourinho de aproveitamento partidário sobre os incêndios. O Governo decretou o estado de calamidade pública para algumas regiões afetadas pela desgraça dos incêndios provocados por pirómanos desvairados. E, claro, Amorim aproveitando o tempo de antena a que lhe dão, e tem por direito, veio a público elogiar a medida mas que perde por tardia. Pois é dr. Amorim, segundo a sua estratégia e a do seu partido, tivesse sido tomada aquela medida uma semana antes teria vindo dizer o mesmo, e se fosse ainda antes e assim sucessivamente acredito que viria a dizer sempre o mesmo.

4 Se bem me recordo, foi também na altura dos incêndios em anos anteriores que um comentador especialista sobre incêndios, que nestas lamentáveis ocasiões os canais de televisão contratam, que um desses especialistas espontâneos ao fazer o seu comentário acabou por dizer que o povo português não é incendiário, são casos pontuais que por aí aparecem. Esta semana foi a vez de um outro especialista a que o jornalista perguntou se achava que havia um rede organizada de incendiários disse claramente que não e teceu o perfil do incendiário comum e claro são sempre os mesmo maluquinhos e irresponsáveis que por aí existem. Está-se mesmo a ver! Até as populações pelo seu conhecimento sabem que existe atos deliberados e organizados. Ou não será evidente que existe um padrão manifesto pelas horas, locais de ocorrência, simultaneidade das ignições, etc.. O que lá fora consta é que nós, os portugueses, somos uns maníacos pirómanos.

5 Para terminar, um comentário sobre essa coisa que é presidente dos EUA, o Pato Donald Trump. Sobre os acontecimentos dos confrontos racistas no estado da Virgínia. Diz e desdiz sem clarificar a sua posição. Por um lado, a culpa foi, como disse, ser da esquerda (?) que atacou a direita (?). Qual será o conceito dele de esquerda e de direita. Para ele a direita são os nazis, os neonazis, os xenófobos, os racistas e a sua mais objeta organização da Klu Klux Klan. Isto para ele deve ser a direita no seu conceito de democracia. Foram tais os comentários de Trump que levou o dirigente daquela grupo, através do Twitter, a elogiar os seus comentários. Na minha opinião estamos de facto em presença dum presidente que está a ser o percursor duma ideologia de inspiração nazi adaptada ao século XXI.

Uma coisa está a ser evidente: as intervenções e os discursos de Donald Trump durante a campanha eleitoral, e já depois de estar na presidência, estão a começar a dar os seus frutos.

Publicado por Manuel Rodrigues às 19:29
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Domingo, 13 de Novembro de 2016

O contágio

Trump_Presidente.png

 

A eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos tem sido considerada com reservas pela maior parte dos analistas políticos e comunicação social da direita à esquerda. Há. no entanto, alguns que ainda lhe dão o benefício da dúvida e lá acabam por dizer que não será tão mau presidente como as pessoas o julgam. Neste rol encontra-se o editorial do “jornal i” que, em síntese, diz que ainda é cedo para ver, e que Trump ainda vai mudar. É tudo possível, mas é bom não esquecer que a maioria do eleitorado que o colocou na presidência espera que cumpra o que prometeu. Se o Senado e a Câmara dos Representantes que também têm a maioria republicana lhe forem favoráveis, assim como o Supremo Tribunal, então pode seguir em frente sem obstáculos.

Se alguns entraves lhe surgirem pelo caminho que possam atrasar os seus intentos pedirá um segundo mandato para o seu cumprimento. Aliás, pelos primeiros nomes da sua equipa antecipados por alguns órgãos de comunicação dos EUA, nomes bem conhecidos pelas ideias e afirmações que defenderam no passado, não se deve esperar grande coisa.

Em sentido figurado, Donald Trump poderá vir a ser a versão preliminar do Anticristo e um dos quatro cavaleiros do Apocalipse (Peste, Guerra, Fome, Morte) não sabemos é qual deles será, ou se será o quatro em um.

A fórmula “God Bless América” poderá vir a deixar de ser pronunciada, pela primeira vez, na sua tomada de posse. 

A estratégia de Hitler para chegar ao poder foi, com aproximação, seguida por Trump, arranjar bodes expiatórios e trazer à superfície o ódio contido que na sociedade americana estava contido. A sociedade americana por falta de cultura geral e geo-histórica desconhece o passado da Europa. Não foi por acaso que o líder máximo neonazi e do Klu Klux Klan saiu da sombra e já marcou uma manifestação para dezembro para celebrar a vitória de Trump.

Na Europa o efeito de contágio já começou confirmado pelas reações das extremas-direitas europeias como a de Geert Wilders que escreveu no Twitter “O dia de ontem mostrou, e isso é que vou dizer aos meus eleitores, que tudo é possível e isto não vai parar por aqui – vamos assistir a este movimento em vários países europeus… A vitória de Trump é um grande incentivo para todos nós – que amamos a pátria e a liberdade.” Marine Le Pen acompanha-o dizendo que “não é o fim do ´mundo´, mas o fim de um mundo”.

O partido neonazi grego Aurora Dourada celebrou a eleição de Trump para a Casa Branca, que considerou uma vitória contra a "imigração ilegal", a favor das nações "etnicamente limpas" e dos "estados nacionais contra a globalização", numa mensagem em vídeo difundida na internet.

A onda de contágio pode não se fazer apenas pelos líderes da extrema-direita e grupos neonazis que se sentirão reforçados e apoiados por declarações de Trump cuja difusão, através das redes sociais, poderá ter um efeito de contágio sobre os pouco avisados ou desconhecedores de consequências que elas poderão trazer, arrastando-os para ideologias próximas ou piores do que as de Trump.

O perigo do crescimento de ideologias como as que Trump defendeu/defende pode muito bem fazer ressurgir o seu oposto, isto é, a reorganização e o reforço dos partidos comunistas e das esquerdas radicais na europa que entraram em estado de hibernação e se levantarão novamente sob a forma duma contrarrevolução.

Facto como este que se está a verificar nos EUA pode ser uma prova de que não há democracias irreversíveis.

Publicado por Manuel Rodrigues às 02:05
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Quinta-feira, 9 de Maio de 2013

As políticas divisionistas do Governo

 

 

Sem qualquer vergonha este Governo continua a proceder a políticas divisionistas na sociedade e a colocar-se em conflito e confronto permanentes com os portugueses que o elegeram através dos deputados e que agora governa contrariamente ao que prometeu.

A forma como, para se poderem fazer as ditas reformas do estado (leia-se cortes), se promove a inveja e a mesquinhez na sociedade portuguesa contra os funcionários públicos é reveladora do carácter destes senhores que estão no poder. Lançam estigmas para a opinião pública, exploram sentimentos primários entre público e privado, entre empregados e desempregados, entre jovens e idosos, entre reformados do estado e da função pública numa cruzada sem fim, estimulando sentimentos que vão de encontro ao velho e egoísta “antes eles do que eu!”.

Será isto sentido de estado e de governação? Será para isto que os jovens que entram na política estão a ser preparados? Sem valores, ética moral ou respeito pelas instituições em que viveram e se formaram e que agora pretendem destruir e construir uma outra só para eles, não se sabe quando nem como?

Há décadas que Portugal não via nenhum governo provocar, tão despudoradamente, clivagens na coesão social portuguesa com o apoio do Presidente da República. Talvez não seja por acaso. O bom aluno da Alemanha da Srª Merkel está a cumprir os desígnios que lhe impuseram.

Ideias pro neonazis, com uma matriz mais subtil, não apenas racista e religiosa, mas incidindo já sobre outros grupos sociais e profissionais que convém destruir porque, segundo eles, são os causadores de todos os males. Esquecem-se, contudo, que mais tarde ou mais cedo lhes virá a acontecer o mesmo. Outros também virão no futuro que se encarregarão de os tentar eliminar ou oprimir. Tudo é um eterno retorno.

Mais uma vez refiro, como declaração de interesses que não sou funcionário público, nem nunca trabalhei para a função pública sob quaisquer formas.

Publicado por Manuel Rodrigues às 18:18
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Domingo, 5 de Maio de 2013

As desculpas do CDS/PP pela voz de Paulo Portas

Imagem de: http://paginaglobal.blogspot.pt/2011_09_18_archive.html

 

Neste momento ainda não se conhece o que o Dr. Paulo Portas irá comentar ou proferir quando hoje falar ao país. Uma coisa é certa, por mais que se esforce em declarações patrióticas, de sentido de estado, de responsabilidade de compromissos assumidos, que afinal são aquelas que proliferam entre os porta-vozes do governo ou quaisquer outras, nunca o fará distanciar-se das medidas tomadas, porque ele, fazendo parte do governo, mesmo que seja crítico, as teve que assumir também como suas.

Já chega de números circenses e de acrobacias político partidárias para livrar o seu cavalinho da chuva. O povo já não acredita nessa tática. O CDS/PP, dizendo-se democrata cristão, humanista e dedicado apoiante do assistencialismo caridoso, faz parte e apoia um governo que persegue os mais fracos. Coligou-se com uma fação do PSD que, para além de ultra liberal, tem também alguma pré-disposição para ser pró neonazi pelo que temos vistos em várias declarações pronunciadas por alguns dos seus deputados nomeadamente Carlos Peixoto.

Este governo, como muitos dizem, ataca apenas os que não têm muita capacidade de mobilização e resposta. O CDS/PP, ao manter-se no governo, não tem quaisquer hipóteses de se esquivar, através de quaisquer golpes de “Wrestling”, porque está comprometido e a ser engolido pelo PSD mais extremista que se conheceu desde o 25 de abril. Portanto já não há razões para acreditarmos nas boas intenções e patriotismos de Paulo Portas. Defendia no Parlamento, em tempos, os mais fracos, mas nunca o vimos criticar os mais fortes. Se há uma crise, todos devem ser chamados a contribuir para a sua minimização, mas o poderio económico e financeiro está sempre liberto de medidas de austeridade calhando-lhe apenas uma pequeníssima parcela. Para já não falar desses outros pequenos grupos que vivem à custa do Estado e dele tiram dividendos com o dinheiro cada vez mais extorquido aos cidadãos honestos que trabalham todo o ano para sobreviverem.

Enquanto os partidos políticos não forem claros clamando contra este estado de coisas, apenas poderemos esperar que se comece a pôr em causa este sistema partidário. Por isso, bem pode Paulo Portas contorcer-se na pista do circo porque o que conseguirá será apenas a quebra da coluna. 

Publicado por Manuel Rodrigues às 16:54
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

Pensamento preocupante

Sobre ideologias que recomeçam a proliferar, apresento um comentário que escrevi em forma de mail sobre um artigo de opinião publicado no jornal i de 3 de abril do corrente ano, cujo autor é Jan Dalhuisen que, diz a propaganda, ser um grande especilista em direito transnaciona! Para dizer o que ele diz, não é necessário ter um título de catedrático, conforme diz após a assinatura. Soluções tão simples como as propostas qualquer um as tem. Pretende-se é pessoas que resolvam problemas difíceis. Para dar soluções fáceis há muitas. 

Aqui fica então!

Já gora vejam também outros pontos de vista daquele Sr. Professor em 2009

 

Exmo. Sr. Professor,

 

Com todo o respeito que merece, permita-me que lhe transmita a minha opinião, embora muito breve, sobre o seu artigo publicado no Jornal i do dia 3 de Abril de 2012.

Tenho lido alguns dos seus artigos e concordo com alguns dos pontos de vista. Quanto a este último, fiquei dececionado, desiludido e até chocado, face à mensagem que passa, porque revela um determinado tipo de pensamento que a seguir refiro. Assim, depreendi do artigo o seguinte:

 

1. Incita à quebra da coesão social em relação a determinado setor da população, colocando jovens e população ativa contra idosos.

2. Manifesta, veladamente, uma espécie de eugenismo para com um determinado estrato social específico.

3. Propõe, a prazo, um tipo de "solução final", mas lenta e subtil para "alguns" idosos, isto é, a morte através da falta de cuidados de saúde e como condição a capacidade financeira.

4. Sugere que idosos, que não tenham posses para prolongar a sua vida através de cuidados de saúde, devem morrer por falta deles. (Não deverá ser, com certeza, o caso do Sr. Professor que, pressupostamente, se excluirá daquele grupo no presente e no futuro, porque para o seu caso pessoal viver será um direito humano adquirido).

5. Nega que a longevidade seja um direito humano e, tal como um Deus, decide de forma omnipotente que os idosos que tenham posses é que terão o direito de continuar a viver.

6. Porque estão a viver à custa da comunidade devem deixar-se morrer. Como se eles já não tivessem contribuído para a comunidade quando se encontravam na vida ativa e para a qual ainda continuam a contribuir com impostos (IRS) que lhes são retirados das pensões!

7. Para um leitor mais atento e com conhecimento histórico, a leitura do artigo poderá conduzir a um raciocínio e interpretação, por ventura errado, que se trata duma subtil proposta neonazi ardilosamente dirigida a um setor populacional.

8. Os povos necessitam dos especialistas e da ciência para que deem "ideias novas" para solucionar os problemas que os afligem na atualidade e no futuro, numa perspetiva da condição humana, e não um recuo face aos contributos que a ciência e "alguns" dos seus antepassados já lhes possibilitaram, e não o regresso à barbárie.

9. Se nada do que se apresenta nos pontos anteriores faz sentido, então não percebi nada do seu artigo. Se, se assim for, isso é grave, porque com outros leitores, se poderá ter passado o mesmo.

 

Com os melhores cumprimentos

 

Um leitor

Publicado por Manuel Rodrigues às 15:12
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Livros que já li

Prisioneiros da Geografia Tim Marshall As cidades invisíveis Italo Calvino Quando Portugal Ardeu Miguel Carvalho A Vida Secreta dos Livros O Romancista ingenuo e o sentimental de Orham Pamuk malbe

Os porques da esperança.png

Demorei algum tempo a ler este livro mais do que o costume. Livro sobre a política nacional sobre a forma de entrevistas que passaram na TVI 24 efetuada por um provocador nato cujas respostas são dadas por um astuto tribuno da palavra. Livro que aborda temas nacionais da política recente com uma abordagem em que as palavras se se entrelaçam com alguma exposições mais académicas. Um bom manual para quem se interesse pela política em Portugal nos últimos tempos.  

 

 

Piketty_Capit_SecXXI


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