Quinta-feira, 1 de Outubro de 2015

Quatro anos de Passos Coelho e PSD/CDS: uma síntese

Erros passados.png

Estes são os grandes feitos que a coligação PPD-PSD e CDS-PP oculta em campanha eleitoral mas é necessário que as pessoas recordem.

  • Passos Coelho/PSD/CDS = troika
  • Dívida de 78 mil milhões de euros que os portugueses estão a pagar e aumento da dívida em mais 30 mil milhões
  • Austeridade mais além da troika
  • O 'chefe' do PSD não cumpriu as suas promessas eleitorais
  • Tecnoforma (passos não pagou primeiramente o que devia à segurança social e depois não pagou tudo)
    • Corrupção e trafulhices:
      • Fomentiveste
      • Marco António Costa
      • Oliveira e costa
      • Cristina Ferreira
      • Luís filipe Menezes
      • Duarte lima
      • Isaltino Morais
      • BPN
      • BPP
      • BES
  • Cavaco Silva (o inútil/fantasma desta legislatura [reforma de 10.000 euros que não é suficiente e que ele ia receber mais que isto] e que quando aparece foi para iludir os lesados do BES em conjunto com Passos Coelho)
  • Miguel Macedo (vistos gold)
  • Miguel Relvas (licenciatura em 1 ano)
  • Nuno Crato (incompetente)
  • Paula Teixeira da Cruz (outra incompetente, Citius...)
  • Vítor Gaspar (enorme aumento impostos)
  • Maria Luís Albuquerque (idem)
  • Tribunais e escolas fecham portas por todo o país
  • Hospitais com falta de pessoal
  • Cortes nos salários da função pública
  • Cortes nas pensões
  • No rendimento mínimo e outros rendimentos sociais
  • Congelamento da progressão de carreiras
  • Paragem por completo da construção de obras públicas
  • Cortes na investigação científica, ensino artístico e educação
  • Aumento do IVA na restauração
  • Sobretaxa de IRS
  • Aumento do preço cobrado nos transportes públicos
  • Redução de feriados
  • Corte nas férias
  • Aumento das taxas moderadoras
  • Criação de novas portagens
  • Aumento do horário de trabalho para 40 horas semanais
  • Redução de 50 mil funcionários públicos com rescisões
  • Mobilidade especial
  • Diminuição do pagamento de horas extraordinárias
  • Corte nas pensões de viuvez
  • Aumento da idade da reforma para 66 anos
  • Maior manifestação de sempre da “geração à rasca” que no fim juntou todas as gerações
  • Venda das empresas do estado por uma ninharia
  • Tribunal constitucional declara como inconstitucionais imensas medidas que o governo pretendia implementar
  • Estatísticas de emprego manipuladas com trabalhos precários, formações e estágios mal remunerados
  • Não houve reforma do estado apostando por exemplo na eficiência e alocando os recursos de forma adequada e etc., pelo contrário e só se escondeu o buraco com mais dinheiro
  • Lista VIP que incluía quatro nomes: passos coelho, cavaco silva, paulo portas e paulo núncio
  • Governo não faz nada quanto à base das Lages
  • 20% da população portuguesa é pobre e socialmente excluída
  • Iva aumentou em 2015 de 23 para 23,25%
  • Deixam a sardinha ficar para os espanhóis pescarem
  • Não têm programa de governo como o ps por exemplo
  • Sondagens manipuladas (...as sondagens não são inspecionadas por nenhum organismo), ligação entre as sondagens da universidade católica (católicos conservadores por natureza) e PSD (partido conservador) que nunca na vida se aproximam sequer do PS depois de tudo o que fizeram no país e o que tem acontecido nos últimos dias é que têm tentado colar-se ao PS e junta-se a isso a ajuda de meios de comunicação como o expresso, a sic, sic notícias, visão e outros
  • Programa "vem" que só abrange 20 portugueses quando mais de 350 mil se foram embora
  • A coligação que lidera perdeu todos os debates com todos os partidos
  • Foi confrontado com manifestantes e pessoas pobres de todas as gerações mesmo em tempo de eleições e mesmo assim continua a mentir descaradamente aos portugueses em vários temas como a sua culpabilidade da troika vir para Portugal, do país estar cada vez mais pobre e de existirem pessoas que realmente se vêm aflitas para sobreviver.
Publicado por Manuel Rodrigues às 11:10
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Domingo, 3 de Maio de 2015

Os limites toleráveis da decência política

Descreditar Portugal.png

 

Os bons amigos

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A desfaçatez de Passos Coelho ao elogiar publicamente o seu "amigo" Dias Loureiro na inauguração duma queijaria em Aguiar da Beira ultrapassou os limites toleráveis da decência política que deveria estar em conformidade com o que é considerado respeitável e moral pela grande maioria dos cidadãos comuns. É o descomedimento total para não dizer pior. A amizade não tem que acabar mesmo que tenha havido um delito por parte de algum deles mas, no caso, estamos a falar dum responsável de um Governo em funções  que falou publicamente.

Disse ele, referindo-se a Dias Loureiro, "conheceu mundo, é um empresário bem-sucedido, viu muitas coisas por este mundo fora e sabe, como algumas pessoas em Portugal sabem também, que se nós queremos vencer na vida, se queremos ter uma economia desenvolvida, pujante, temos de ser exigentes, metódicos".

Será isto o início do branqueamento e o elogio público da falta de seriedade, integridade e honradez de atores políticos com carência de ética e, ao mesmo tempo, troçar descaradamente dos portugueses?

À falta de melhor parece que o primeiro-ministro anda agora preocupado em inaugurar queijarias, salsicharias e outros negócios afins e perdeu todo o decoro político e comedimento que se esperam do responsável máximo do Governo do país.

Ainda está muito presente o caso BPB/SLN onde Oliveira e Costa, conjuntamente com Dias Loureiro, ex-conselheiro de Estado que em julho de 2009 foi constituído arguido devido à sua ligação ao chamado negócio de Porto Rico, o qual terá provocado um prejuízo de 40 milhões de euros ao BPN na altura relativo a crimes de burla e falsificação de documentos.

Os jornais da época noticiam que em Porto Rico, a SLN acabou por comprar a empresa Biometrics que, alegadamente, produziria uma nova máquina concorrente com as atuais ATM. A Biometrics foi, entretanto, vendida ao Excellence Assets Fund, controlado pelo BPN, que acabou por a vender a uma empresa offshore, La Granjuilla, do próprio El-Assir.

Nas contas do fundo, esta venda apareceu contabilizada por "um dólar". E há mesmo um documento assinado por Dias Loureiro que subscreve este valor. Ou seja, há suspeitas de que cerca de 40 milhões de euros desapareceram do circuito do negócio.

Segundo o Diário de Notícias da altura o próprio Dias Loureiro confirmou que foi confrontando com documentos novos.

Em janeiro de 2013 Dias Loureiro era uma das faces visadas na mega fraude do BPN - via SLN - escândalo que já custou aos portugueses a módica quantia de 3405 milhões de euros (custo estimado até ao final de 2102), custo para os contribuintes que pode atingir 6509 milhões de euros, mais juros e contingências.

Foi a altura em que o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano de 2012 ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis, o Copacabana Palace onde juntamente com ele estavam Dias Loureiro, ex-administrador da SLN, holding detentora de 100% do capital do BPN-Banco Português de Negócios, e também José Luís Arnaut, ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, todos eles do PSD.

Mas não ficamos por aqui, em 2011, o Estado vendeu o BPN ao banco de capitais luso-angolanos BIC Português, por 40 milhões de euros. No relatório final da segunda comissão parlamentar de inquérito ao BPN, aprovado a 16 de Novembro do ano passado, lê-se que o custo total da nacionalização para os cofres estatais é de, no mínimo, em números redondos, 3,4 mil milhões de euros e, no máximo, de 6,5 mil milhões de euros.

Grave foi também ter mentido à comissão de inquérito parlamentar ao dizer, segundo o jornal Expresso, que "nem sequer sabia que existia o Excellence Assets Fund - um veículo fundamental para uma compra ruinosa (prejuízo 38 milhões de dólares) de duas empresas tecnológicas em Porto Rico" apesar de ter assinado dois contratos onde esse fundo é parte mas disse que não se lembra.

É por demais conhecido que Dias Loureiro tem ligações familiares com Cavaco Silva, cuja filha casou com o filho de Loureiro. Com amigos assim não há quem lhe ponha a mão.

Quem ler isto poderá pensar que é má vontade contra o PSD. Será mesmo? Talvez fosse melhor parar para pensar.

A corrupção em Portugal anda em roda livre e passa ilesa apenas para alguns.

 

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 19:14
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

Reformas estruturais para manter desigualdades estruturais

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Não sei se por ter sido influenciado pelo que se passou este último fim de semana na Grécia veio-me à memória o escritor Honoré Balzac que, redutoramente, tem sido conhecido como um escritor de costumes da burguesia francesa do século XIX. Foi a partir de algumas das personagens daquele escritor que surgiu designação do termo "balzaquianas".

Os seus romances caracterizam a organização social e económica duma sociedade corrompida pelo dinheiro. Os seus escritos e romances que criticavam no século XIX uma sociedade cujos valores políticos e sociais se degradavam, continuam atuais no século XXI. "O Pai Goriot" escrito em 1835 é bem prova disso ao revelar o pensamento social de uma época.

Balzac é uma fonte de informação para conhecer como era a economia na sua época com a exatidão dos números do quadro social que desenha, nomeadamente no que se refere à estrutura dos rendimentos e dos patrimónios em vigor em França no século XIX.

"O pai Goriot", desnuda uma sociedade fascinada por poder e dinheiro, binómio que atropela ilusões e destrói famílias. Pode ver-se isso, nomeadamente na passagem da narrativa em que o personagem Vautrin alerta o jovem de Direito, Rastignac, para o combate societal afirmando que a honestidade não serve para nada, que a corrupção domina, e que apenas dois tipos humanos podem esperar vencê-lo. Diz ele em determinada altura "É preciso penetrar nessa massa humana, como um projétil de canhão, ou insinuar-se no meio dela como uma peste. A honestidade não serve para nada. Todos se curvam ao poder do génio; odeiam-no, tratam de caluniá-lo, porque ele recebe sem partilhar; mas curvam-se, se ele persiste. Numa palavra, adoram-no de joelhos quando não o podem enterrar na lama. A corrupção representa uma força, porque o talento é raro. Assim, como a corrupção é a alma da mediocridade que abunda, você sentirá a sua picada por toda parte.".

Isto não é mais do que uma introdução à atual problemática das desigualdades que se pode traduzir nas seguintes dimensões: desigualdades nos rendimentos do trabalho, desigualdade da propriedade do capital e dos rendimentos por eles gerados (sem o consequente reinvestimento na economia) e o elo de ligação entre estas duas dimensões.

Naquela época, mesmo em Portugal, os estudos e o trabalho não permitiam alcançar o mesmo desafogo que era assegurado pela herança e pelos rendimentos do património, daí a frase que ainda hoje se diz que fulano de tal "tem berço e que aqueloutro "não tem berço". Hoje em dia o problema já não se coloca da mesma forma mas as desigualdades entre capital e trabalho aumentam e agravam-se dia a dia.

O que vigora em Portugal e noutros países para o alcance fascinante do dinheiro são os compadrios, a corrupção, os favores, os serviços prestados a troco de muitos milhões, e até por menos, a fuga aos impostos pela alta finança, ligações entre o poder políticos e o poder económico e financeiro que, muitas das vezes, se sobrepõem aos interesses do próprio Estado, tentativas de pedido de proteção de privados a altas figuras da hierarquia do Estado, a subserviência com que alguns sobrepõem interesses alheios aos povos que governam, agredindo-os por interesses pessoais, justiça que é madrasta para alguns mas mãe protetora para outros, etc..  

Provar o que digo? Quem o quiser confirmar basta consultar os jornais de uma ou duas décadas porque nós por aqui podemos considerar que estamos no domínio dos romances de ficção e em estado de negação.

Publicado por Manuel Rodrigues às 22:37
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Sábado, 29 de Novembro de 2014

O parente pobre do jornal "SOL"

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O Jornal i parece ter passado a ser o parente pobre do jornal "Sol" desde que foi comprado pela Newshold, SGPS, SA. Note-se que esta empresa é detentora do jornal "Sol" e agora também do jornal "i". Tenho seguido o percurso deste jornal desde o seu aparecimento em termos de independência e estatuto editorial que tem vindo a sofrer alterações ora mais ao centro, ora mais à direita, ora mais à esquerda. Continuo a ler o jornal mais por ter em consideração muitos dos(as) jornalistas que lá trabalham.

A Newshold, detentora do jornal "Sol" tem 15% da Cofina que é dona do "correio da Manhã" e do jornal de "Negócios" e 1,7%.

Nos tempos áureos de Relvas, dezembro de 2012, saiu uma notícia no "Jornal de Negócios" que divulgava a intenção de Álvaro Sobrinho divulgava nas páginas de hoje do jornal "Sol" a lista de acionistas da Pineview Overseas, a sociedade que detém a Newshold, que era candidata à privatização ou concessão da RTP.

Álvaro Sobrinho é um empresário angolano, antigo diretor do Banco Espírito Santo (BES) em Lisboa e do banco BES Angola até pelo menos dezembro de 2013.

Este empresário detém, a título individual, 5% do BES Angola, assim como cerca de 3% da Espírito Santo International, através de várias sociedades detidas maioritariamente por si. A Espírito Santo International controla, por sua vez, a maior acionista do Banco Espírito Santo, a Espírito Santo Financial Group, a qual, por sua vez, controla o Banque Privée Espirito Santo (BPES) na Suíça, entre outros. Como presidente do BES tinha sido chamado ao Banco de Portugal para dar explicações sobre uma comissão de € 8,5 milhões que teria recebido de uma consultoria dada a um cliente em Angola.

Os editorais do jornal "i" de Luís Rosa que, após a compra, é diretor do jornal, passaram a ser, como já eram, de um neoliberalismo feroz, tacanho e enquistado e pleno de propaganda implícita ao regime, diga-se do governo, que ele mostra defender mais do que comentar políticas.

Fala este sábado da questão da lei do enriquecimento ilícito que tem sido adiada, segundo ele, por falta de consenso por parte do PS. Fala dos casos de corrupção que tem havido, porque mal seria se não o fizesse, mas foca sobretudo o caso de Isaltino de Morais, deixando em branco casos como o do BPN e outros que estão em águas estagnadas. Termina dizendo que temos que ter uma lei do enriquecimento ilícito, o que, para qualquer um parece óbvio, para "não termos mais Isaltinos", diz, como se este caso fosse o máximo do enriquecimento ilícito, esquecendo outros que apenas enuncia mas que estão na base da corrupção e branqueamento de capitais.

Salienta a ideia de Teresa Leal Coelho, uma galinha do PSD que cansa qualquer cidadão por monopolizadora de diálogos, de "passar alargar o crime a todos os cidadãos, permitindo abranger, além dos funcionários e titulares de cargos políticos o setor privado". Quem não está de acordo com esta ideia? O problema é que tudo terá repercussão apenas para o futuro. E todos os casos de enriquecimento ilícito do passado ficam todos a salvo porque, entretanto, ninguém mais lhes vai tocar. Estarão a salvo.

Publicado por Manuel Rodrigues às 16:05
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2014

Para a direita vale tudo mesmo a corrupção

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A propósito do caso Sócrates recordei um artigo de opinião publicado no Correio da Manhã, de vinte e dois do corrente mês escrito por um tal Pereira Coutinho, conhecido comentador da direita neoliberal, que chama aos portugueses maltrapilhos, exalta o rico internacional, chamando por sua vez ladrões aos ricos do país. Os outros, os que se servem dos vistos gold para lavar dinheiro de origem duvidosa são os honestos, os que devemos acarinhar. Para este sujeitinho não há ética nem moral, nem deverá haver, desde que entre dinheiro. Pelos vistos dá a entender que até é a favor da entrada de droga, da lavagem de dinheiro proveniente seja do que for e até da corrupção desde que entre dinheiro.

Para ele vale tudo, devemos fechar os olhos, não importa ao quê. Se houver abusos e corrupção e fugas ao fisco pelo meio tudo bem, devemos encolher os ombros e continuar o caminho. Por esta pequena amostra vêem-se os princípios, a ética e a moral deste senhor. Porque não sermos um entreposto da corrupção, de máfias, de república que dê guarida a todos quantos tragam dinheiro qualquer que seja a sua origem?

Quando se pensa em votar ou não na direita, ao termos dúvidas este é o exemplo mais evidente que nos mostra o que estamos a defender e quem estamos a eleger para nos governar.  

Passo a transcrever na íntegra o artigo publicado.

"O principal problema do país é não ter ricos. Não falo de ricos-pelintras, que fazem férias no Algarve e jantam nos restaurantes ‘duas estrelas’ Michelin. Nem sequer dos outros: que enriqueceram pela roubalheira e andam por aí à solta. Falo de ricos a sério: com fortunas respeitáveis e dispostos a investir. Esses, só por importação. Coisa que o dr. Portas fez com os vistos ‘gold’, concedendo direito de residência a quem comprasse casas milionárias e investisse no quintal. O arranjo, normalíssimo em qualquer país europeu, rendeu uma soma considerável. E, pelo caminho, alimentou os abusos da praxe. Que fazer? Uma criatura sensata pediria rigor: na aplicação da justiça e na concessão dos vistos. Mas não deitaria fora o bebé com a água do banho. Em Portugal, não há sensatez; só inveja. O maltrapilho nacional sente-se ofendido com a figura do rico internacional."

Publicado por Manuel Rodrigues às 11:00
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

Vamos ouvindo, vamos lendo, vamos sabendo, vamos dizendo II

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 O jornal "Sol" sempre teve e continua a ter matizes de parcialidade e de um interesse muito peculiar pelas manchetes da primeira página que agradam a alguma direita nomeadamente as apoiantes do governo. Enquanto os jornais diários generalista colocam manchetes sobre as suspeitas de corrupção de altas chefias do Estado no que toca aos vistos dourados apadrinhados por Paulo Portas o jornal "Sol" apenas dedicada a um pequeno subtítulo na primeira página nem sobre os vistos Gold. O Jornal i e os jornais económicos seguem-lhe as pisadas. Porque será? Cada qual que tire as suas conclusões.

 

O jornal "Sol" na primeira página prefere dedicar-se a notícias importantíssimas para os portugueses neste momento como seja António Costa, Sócrates, o passado e Seguro este uma perda inestimável para a direita dentro do PS não porque vissem um aliado mas porque lhes poupava trabalho e preocupações.

 

A Câmara de Lisboa e António Costa até aqui quase esquecidos pela comunicação social salvo em casos excecionais, passou a ser alvo de todas as atenções. São alvo de todas as atenções ainda bem!

 

O Jornal i coloca em manchete uma espécie de recuperação da imagem da Ministra da Justiça titulando que "Ministra da Justiça prepara afastamento de dirigentes sob suspeita no caso vistos gold". Que oportunidade para a ministra!

 

A mesma ministra disse em determinada altura "Qualquer pessoa que ponha em causa uma instituição deve imediatamente apresentar a sua demissão ou o seu pedido de suspensão de funções". Em primeiro lugar era bom que a ministra clarificasse o que entende pôr em causa uma instituição. Em segundo lugar veria olhar lá para os lados dela porque muito haveria que dizer. Em terceiro lugar era o que mais faltava agora não se poder criticar e questionar as instituições. Democracia é isso mesmo.

 

Paulo Portas abriu as portas ao que se está a passar com os vistos gold. O pai da façanha, de tão eufórico e mais preocupado com a sua pessoa e com o partido do que com o país, não soube acautelar o que poderia acontecer. Existem metodologias que permitem através de históricos, a experiência noutros países e a modelos de previsões calcular qual será o efeito de determinada política ou medida.

Às críticas da altura Portas disse que podíamos estar sossegados porque a fiscalização teria mãos de ferro. Só se foram de ferro fundido. A propaganda do vice primeiro-ministro ditava como sendo fantásticos para o investimento o clima, o golfe, a segurança do país e a criação de postos de trabalho. Destes nem vê-los, apenas 10. Veja-se quantos vistos gold: China, 1429; Rússia, 58; Brasil, 55; África do Sul, 43; Líbano, 30. Onde estão os ricos dos países da Europa a investir neste negócio. Seria suposto atrair europeus.

 

Num debate na TVI24 um deputado do PSD elogiou o Governo pela sua ação rápida no combate ao surte de legionela como se isso fosse algo de extraordinário e que merecesse distinção. Mas então, não é obrigação do Governo assim proceder? É uma das suas funções, não fez nada de que ultrapasse-se o que devia ser feito com eficiência.

 

Cristina Azevedo escreve hoje no Jornal de Notícias: " Portanto, só seria preciso que António Costa consignasse, de facto, a receita que a Câmara vai auferir com esta taxa, a investimentos ou custos com a mesma diretamente relacionada. Porque o que está mal com as contas do Governo é que tudo, mas mesmo tudo, serve para ser sugado pelo grande buraco negro do défice. Seja o aumento dos impostos sobre o rendimento, a taxa sobre a restauração ou as privatizações, tudo serve o mesmo grande propósito: diminuir o défice.".

Nuno Crato retira o inglês,tira o inglês do ensino básico, repõe o inglês, retira o inglês, rep....., em que ponto é que eu estava? Destrói o que outros fizeram apenas por questões meramente partidocráticas e agora volta a fazer... Quanto custou ao país?

Publicado por Manuel Rodrigues às 14:56
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Os interesseiros

Várias notícias que têm vindo a público nos órgãos de comunicação ao longo dos últimos trinta anos de democracia levam a pensar que possa existir um Estado paralelo, oculto e profundo, que está para além do que é visível e legível, para nós, cidadãos comuns. Os setores que afeta serão o judiciário, as polícias, as forças segurança, as autarquias, os ministérios mas não se quem os domina. Às vezes toma-se conhecimento disto pela comunicação social e por algum bom jornalismo de investigação. Saltam à vista casos como as prescrições e atrasos da justiça como por exemplo nos processos do BCP e BPN e isto para citar apenas o que têm sido mais noticiados ultimamente.

Se enveredarmos por uma teoria da conspiração poderíamos dizer que parece haver "conspirações" ou melhor, pressões religiosas, laicas, de esquerda, de direita, monárquicas, lóbis homossexuais, financeiros e nacionalistas que se movimentam "por aí" veladamente.

Foi devido ao modo como foi sendo construída a democracia que facilitou que aquelas forças se instalassem e tomassem conta do poder através de lóbis e influências, seja sobre que partido for que tenha estado ou esteja no Governo para capturar o Estado em seu favor.

Pode pergunta-se como foi possível um país se ter deixado dominar por estes grupos? A resposta parece ser simples, foram o entrosamento e a promiscuidade na política, já mais do que uma vez denunciados, os motores deste estado de coisas. Não é por acaso que a legislação produzida pelos Governos é encomendada, não raramente e a custos elevados, a gabinetes jurídicos privados associados a grupos de interesses.

Uma classe de banqueiros e de empresários e muitos outros espécimes que ascenderam à classe média alta após o 25 de abril de 1974, do qual se serviram, apropriaram-se indiretamente do aparelho de Estado, foram o motor e o suporte de sustentação que conduziu ao estado em que nos encontramos.

Apesar das iniciativas e novas leis “não existe em Portugal uma estratégia nacional de luta em vigor contra a corrupção”, acusou Bruxelas, que incita o país a apresentar um registo de resultados comprovados dos processos judiciais (Jornal Público fev/2014). 

Portugal em 2013 mantinha o 33.º lugar no Índice de Perceção da Corrupção da organização Transparência Internacional conforme tem sido denunciado em vários órgãos e comunicação, veiculado por instituições de combate à corrupção. Apesar de Portugal assinar todas as convenções contra a corrupção (ONU, OCDE e outras), depois, não desenvolve as atividades aí previstas, designadamente criação de estruturas especializadas de combate à corrupção, proteção dos denunciantes de casos de corrupção. Há pois todo um "conjunto de compromissos" que o Estado português assumiu no papel e que depois não concretiza. O que leva à suspeita de que há interesses para que tudo se mantenha como está.

Um dos domínios onde a corrupção se pode tornar mais evidente é a contratação pública que, de acordo com o relatório anticorrupção da U.E., é um "domínio de grande importância para a economia da UE, dado que cerca de um quinto do PIB da UE é gasto anualmente por entidades públicas na aquisição de bens, obras e serviços. É também um domínio vulnerável à corrupção" e acrescenta apelando à "criação de padrões de integridade mais exigentes no domínio dos contratos públicos e sugere melhoramentos dos mecanismos de controlo em determinados Estados-Membros.".

Num Portugal em crise é onde existe cada vez um mais pequeno número de pessoas que detêm a maior parte da riqueza nacional, isto é, os 25 mais ricos de Portugal são hoje donos de 10% do PIB quando há um ano as suas fortunas não chegavam aos 8,5% do PIB. Numa altura em que a riqueza disponível em Portugal é cada vez menor, os mais ricos do país estão a acumular cada vez mais fortuna.

Com muito ricos, social e politicamente influentes que se apropriaram da democracia para a modelarem aos seus interesses, uma classe média que hoje não é mais do que remediada e cada vez mais pobre e sem força, associados a um número cada vez maior de pobres não é difícil que os Governos fiquem reféns e, consequentemente, o Estado deixe de servir os interesses coletivos em favor de interesses pessoais e de grupos específicos que movimentam nos seus meandros.

Os primeiros possuem uma espécie de "wi-fi", que opera segundo padrões que não necessitam de licença para instalação e/ou operação, movimentando "frequências" e "canais" entre os seus apoiantes para beneficiarem dos negócios que lhe interessem. Detendo canais de informação e de comunicação através de órgãos de comunicação social podem agilizar o condicionamento e o comportamento dos cidadãos num determinado sentido de interesses. A própria publicidade paga, alguma dela disfarçada de artigos e de notícias, publicada na imprensa pode ser uma forma de sugestão e condicionamento.

Não é por acaso que, em épocas eleitorais, órgãos de comunicação social, especialmente da área audiovisual e de acordo com as suas orientações ideológicas direcionam o "jogo" a favor ou contra os intervenientes em confronto, sejam eles partidos ou pessoas.

Assim, os órgãos de comunicação podem operar de modo a que politicamente direcionem o noticiário jornalístico a partir de suas opiniões conservadoras, ou não, procurando definir a agenda pública e política do país a partir de entrevistados facilitando visões alinhadas e dificultando as não-alinhadas não facilitando muitas das vezes o contraditório.

Especialmente em épocas leitorais ou pré-eleitorais e por maioria de razão nas europeias que se aproximam há que ter bem atenção a potencial manipulação tendenciosa de noticiários e reportagens, aparentemente isentas, que possam favorecer forças políticas facilitadoras da manutenção de  situações que se acabam de referir.

Publicado por Manuel Rodrigues às 15:34
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

Corrupção à solta em Portugal

Não há meio de acabar com este tipo de situações devido às quais apenas alguns estão a pagar. Ao que este país chegou!

Ninguém se mexe e os deputados ficam calados. Não querem muito "ruído" à volta disto. Será porque a amiora parte etá mais ou menos comprometida.

 

Publicado por Manuel Rodrigues às 21:52
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

Perceção ao nível do consciente de um sentimento de insegurança e de medo nas manifestações de um povo

Este texto foi escrito, já lá vão cerca de quatro anos, para uma aula da disciplina de Relação Educativa que lecionei na licenciatura em Educação Social mas que nunca cheguei a apresentar na aula. Descobri-o agora arrumado na minha base de dados. Resolvi adaptá-lo à realidade política e publicá-lo neste blog.

Amor, alegria, satisfação, ciúme, tristeza, cólera e outros sentimentos desencadeiam comportamentos, que normalmente são observáveis através de reações fisiológicas e de expressão corporal, que fazem parte das experiências emocionais em que a emoção e a cognição estão envolvidas

A tristeza, a cólera, e outros do mesmo tipo, por sua vez, podem desencadear sentimentos também observáveis através de reações de expressão coletiva que, no meu ponto de vista, serão o somatório das várias emoções individuais derivadas de experiências vivenciadas onde a emoção e a cognição também estão envolvidas. São sentimentos indesejáveis que não se prestam à meditação isolada e melancólica antes se traduzem numa revolta coletiva.

Meditar sobre as políticas de há dez ou vinte anos e tentar remendar o que está defeituoso para, à luz de outro ponto de vista ideológico lhe dar perfeição que ela nunca teve deveria ser génese, passar anos a fio a tentar remediar, através de agressões sociais, políticas estruturas implementadas ao longo de muitos anos é apenas uma forma que só pode estar presente no ideário de políticos incultos e incompetentes que por tal deveriam ser génese de reações de expressão coletiva.

Não sei se alguma vez se poderá demonstrar que é possível ser um político são de consciência e honradez. Ao percorrermos a imprensa dos últimos 20 ou 30 anos, verifica-se que nas investigações sobre corrupção há sempre políticos envolvidos em maior ou menor grau. Há-os também impolutos mas, se o são na corrupção, não o serão no domínio da falência da verdade e na conformidade entre a concretização do seu pensamento e na sua expressão na prática. Basta retrocedermos a um passado muito recente, os últimos dois anos, para confirmarmos esta asserção. Não me refiro a utopias, mas a promessas potencialmente exequíveis que são enterradas na memória de longo prazo para, na maior parte das vezes, não mais de lá saírem até que outros venham para que, novamente, se reinicie o mesmo ciclo sem-fim.

 ……………………...……………………………………………………………………...................................................................................................

É isto que trazem as juventudes partidárias sem valores que lhes sejam incutidos e que não são mais do que centros de incubação daquelas elites políticas que nos irão governar em futuros próximos e iniciarão novos ciclos de logros e perversidades políticas.

Quando se chega a um estado de inanidade é mesmo a decadência e uma prova de abaixamento de nível político e moral de um povo que, desiludido, já sem forças para resistir, insiste na reeleição e aceita sem comentários, a inclusão em governos de elementos que, se não foram condenados em primeira instância no mínimo se encontram debaixo da alçada da justiça por corrupção ou estiveram envolvidos em ambientes onde foi manifesta.

Nós, o povo, ignoramos imensas coisas, que muito importava conhecer, e esta falta de conhecimento e de interesse pela discussão e debate político sente-se na maior parte dos jovens e até nas classes que, pela sua posição social, deviam ser esclarecidas.

Publicado por Manuel Rodrigues às 19:19
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012

Corrupção em Portugal

Vale bem a pena ouvir esta entrevista


Publicado por Manuel Rodrigues às 15:27
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012

Ilusionistas e mágicos da política

 

 

Assisti a semana passada na RTP Memória a uma retrospetiva sobre o ilusionista português Luís de Matos, detentor de vários prémios de entre os quais se destaca o Magician of the Year em Hollywood. Lembro-me de vários espetáculos apresentados na RTP e dos seus extraordinários truques de mágica.

De facto somos um país de mágicos e de ilusionistas pela forma como aparecem e desaparecem da opinião pública e da comunicação social muitos acontecimentos como se de truques de mágica se tratasse. Pensei apenas em alguns. O mais recente é o caso do ministro dos assuntos parlamentares, José Relvas e o caso das alegadas pressões sobre jornalista do Jornal Público e do caso das secretas. Assim como apareceu, também desapareceu. Nunca mais se ouviu falar em tal. Terá sido o europeu de futebol o truque de mágica que fez os desaparecer?

O caso da justiça, por exemplo, nos casos de corrupção e outros em que se encontram nomes conhecidos da política, dos bancos, pessoas com poderes e influência política e financeira que, quando são indigitados como culpados, as investigações duram até à exaustão aparecem e desaparecem dos canais de informação sem que se saiba depois o que aconteceu. Isto é, sabe-se, os processos prescrevem, as sentenças arrastam-se, de outros nunca mais se sabem as conclusões e a outros nada acontece… Sabe-se lá que mais! A nossa justiça não passa de uma ilusão muito bem orquestrada. Alguém conhece, de entre os nomes e casos mais sonantes e conhecidos, que tenha sido de facto condenado e preso? Não, não falo de preventivas com pulseira eletrónica nas suas mansões. Se conhecerem digam-me!

Nós, portugueses, sabemos de tudo isto e ficamos como que meio sonâmbulos com os passes de mágica que se desenrolam à nossa frente. Rapidamente tiram-nos desse palco de circo e levam-nos para os relvados de futebol e, então, maravilha das maravilhas, também por magia, esquecemos todas as agruras e tristezas. Tudo o resto não interessa desde que haja futebol E, para além do mais, diz o povo, que havemos de fazer!? Mas será queo futebol e o euro 2012 nos vai trazer emprego, mais economia, menos austeridade, mais exportações? Lá dinheiro gasto isso sim nos trouxe o euro. Enquanto os jogadores dos países com menos problemas do que nós ficam alojados em hotéis mais económicos nós, como somos grandes, vamos para hotéis de luxo. E quanto gastou a RTP na despedida do jogadores com o helicóptero a acompanhar o avião?

Mas o que podemos nós fazer, perguntarão alguns! Nada. Olhar passivamente para todos os truques e ilusões com que nos brindam neste espetáculo e esperar quatro anos para que os mesmos ou outros mágicos e ilusionistas venham ocupar o mesmo palco, não com novas ilusões e mágicas mas, quase e sempre com as mesmas, embora mudem os  “partenaires”. Mas talvez comecemos a estar fartos deste espetáculo e dos mesmos mágicos e passemos a ter que contratar outros que nos mostrem os truques para não andarmos iludidos!       

Publicado por Manuel Rodrigues às 15:20
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Livros que já li

Prisioneiros da Geografia Tim Marshall As cidades invisíveis Italo Calvino Quando Portugal Ardeu Miguel Carvalho A Vida Secreta dos Livros O Romancista ingenuo e o sentimental de Orham Pamuk malbe

Os porques da esperança.png

Demorei algum tempo a ler este livro mais do que o costume. Livro sobre a política nacional sobre a forma de entrevistas que passaram na TVI 24 efetuada por um provocador nato cujas respostas são dadas por um astuto tribuno da palavra. Livro que aborda temas nacionais da política recente com uma abordagem em que as palavras se se entrelaçam com alguma exposições mais académicas. Um bom manual para quem se interesse pela política em Portugal nos últimos tempos.  

 

 

Piketty_Capit_SecXXI


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Rodrigues, Manuel A (2011). Geografia Social Urbana na Licenciatura em Educação Social, Cadernos de Investigação Aplicada, (5). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas


Rodrigues, Manuel A (2010). Didática da Geografia: recurso à Literatura como proposta interdisciplinar, Cadernos de Investigação Aplicada, (4). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas. .


Rodrigues, Manuel A (2008). Televisão e os efeitos de exposição a mensagens televisivas na educação: o efeito da terceira pessoa, Cadernos de Investigação Aplicada, (2). Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.


Rodrigues, Manuel A (2005). Do Presencial ao Online: um estudo de sobre a atitude de estudantes face a situação de aprendizagem online, Actas do VII Simpósio Internacional de Informática Educativa-SIIE05, Escola Superior de Educação de Leiria.


Rodrigues, Manuel A (2004). Um Modelo de Formação em Ambiente Misto de e-Learning (Blended Learning): uma experiência na disciplina de Tecnologia Educacional, Actas da Conferência eLes’04: e-Learning no Ensino Superior, Universidade de Aveiro.


Rodrigues, Manuel A (2004). Marionetas em Liberdade: a identidade pe(r)dida com as novas exigências curriculares, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.


Rodrigues, Manuel A (2000). Ciberespaço, Internet e as Fronteiras da Comunicação Educacional, Lisboa, Universidade Aberta. Porbase, CDU 37.01(043), 159.95043), 005.73Internet(043.2),371.1043)

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