Terça-feira, 29 de Novembro de 2016

Senhor professor não fui eu, foi a quele menino

Não fui eu foi ele.pngAí estão eles agora, os senhores dos comentários e dos editoriais que estiveram ao lado da direita a fazer oposição ao Governo que utilizou como arma política a CGD. Justificam-se passando culpas para tudo menos para quem foi de facto o culpado. Para eles, não era o caso específico da Administração da CGD que estava em causa, era isso sim arranjarem um caso para fazer oposição porque para isso tinham as mãos cheias de pouco ou nada.

Vêm agora alguns dizer que a culpa foi de todos (Diários de Notícias), outro dizem que não, não foi a oposição e sobretudo o PSD que fez mal à CGD foi o Governo (Público). E fico-me por aqui.

Esta gente sabe muito bem porque é que a Caixa está como está. Conhece a situação em que Passos Coelho a deixou por negligência, criando um mundo virtual à volta dela para “fazer de conta” que estava tudo bem, e poder gabar-se de saídas limpas do programa de ajustamento. Pois Passos Coelho pode considerar que, neste ponto, saiu-se bem sujo. Colheu à volta umas ninharias para boicotar a limpeza da sujidade que fez. Passar a sujidade para outros, para não a limpar com as mãos. Se tivesse, na altura em que foi Governo, optado por recapitalizar a Caixa este imbróglio teria sido desnecessário.

A prova de que havia uma intenção do PSD de Passos Coelho de boicotar a recapitalização da CGD foi hoje clara quando votaram contra a injeção de capital na Caixa Geral de Depósitos que tinha sido aprovada por Bruxelas. Desta vez já não teve ao seu lado o CDS que se absteve.

Mais valia que este Passos Coelho e o seu PSD fizessem oposição séria ao Governo em vez de mandar os seus apaniguados tocar flautas sabendo que apenas sabem rabequear.

Publicado por Manuel Rodrigues às 18:26
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14 comentários:
De José Ferreira a 30 de Novembro de 2016 às 15:14
Pra burro só te faltam as asas
De Carlos a 30 de Novembro de 2016 às 20:44
E a si, já não falta nada....
De jota a 30 de Novembro de 2016 às 15:22
Quem é esta coisa?
De pedro s a 30 de Novembro de 2016 às 15:36
Bem dito, esta é a verdade. Mas já agora também gostava de dizer que nem nos comentários a direita tem respeito pelo próximo.
De FATIMA a 30 de Novembro de 2016 às 15:37
Quem este extraterrestre/ps.Será que sabe ler, ouvir e falar.Gostava que se explicasse melhor e dissesse quantos amigos tem nops/caixa
De Antonio Silva. a 30 de Novembro de 2016 às 15:55
Será que esqueceram quem foram os autores do rombo na C.G.D.? Ora saltem à Vara.
De Daniel Silva a 30 de Novembro de 2016 às 16:04
Infelizmente o meu caro amigo, aceita de bom grado que se recapitalize um banco usando dinheiro dos meus impostos. Gastar o dinheiro dos outros é facil. Pois bem, eu gostava que deixassem cair o banco, que nao se gaste o meu dinheiro a resolver asneiras que nada têm com politica ou governo. O banco ser publico ou privado, nao interessa. Fecha como qualquer empresa.
De Makiavel a 30 de Novembro de 2016 às 16:41
A liberdade de expressão tem destes inconvenientes: ver escritas as maiores provas de ignorância sobre um assunto, alardeando conhecimento profundo do mesmo.
De Helena Marques a 1 de Dezembro de 2016 às 11:59
Pois eu tb me espanto como é que um banco onde todos os meses o Estado coloca centenas de milhões do salário de todos os funcionários públicos chega a precisar de ser recapitalizado. Só com muita gestão danosa e investimentos desastrosos pelo meio. E como todos sabemos quem é que esteve e voltou a estar à frente da coisa, é só somar 2 mais 2. Coisas como esta do PS prometer ao homem em papel passado, que estava isento de apresentar as continhas do património pessoal, à revelia da lei, bem como as presenças do dito cujo em Bruxelas, à revelia da lisura, devem ter sido o prato do dia nas gestões de vara e quejandos. E a coisa seguiria em frente à surrelfa do povão, não fosse o baixote ter descoberto a marosca e divulgá-la em público. Quando a oposiçao pega no assunto, aqui del rei que o que eles querem é matar a CGD. Não podendo matar-se a realidade feia, tenta matar-se o mensageiro. É dos cânones.
De Makiavel a 30 de Novembro de 2016 às 16:47
Nos tempos que correm, o assunto CGD é a bóia de salvação do tecnoformas, marilu arrow swaps y sus muchachos.

No caso das dívidas à Segurança Social, o tecnoformas insurgiu-se contra o que disse ser "o streape-tease das contas bancárias". No caso CGD, sob a capa de transparência, elevou o voyeurismo populista a arma de combate político. Uma verdadeira escola correio da manha.

Uma vergonha!
De Anónimo a 30 de Novembro de 2016 às 17:20
Como disse?
A culpa é de quem? Foi a oposição que gerou o problema?
E quanto aos problemas herdados, foram herdados de quem? do Governo anterior?
haja pelo menos bom senso. quem lixou a Caixa como todo o mundo sabe foi o PS - Sócrates, Vara e companhia limitada.
Não finjam que vos fica mal e se fingirem façam-no com classe.
De Anónimo a 30 de Novembro de 2016 às 19:26
coitado! as melhoras.
De João Gil a 30 de Novembro de 2016 às 18:20
Os patetas , filhos de mãe pateta e de pai pateta, produzem posts patetas. É assim!
De puches a 30 de Novembro de 2016 às 22:58
Muito bem.
É exatamente isso: sentimento pequeno burguês deste PSD de Passos, que escondido só faz disparates, mas diante das televisões usa crucifixos no bolso (esquerdo, a dar para acâmara).
Sempre quiseram vender a CGD, tal como venderam a EDP, os CTT e etc. Mas também sabiam que, perante a crise financeira internacional (que, negacionistas, nunca admitiram), a Caixa era o único sustentáculo do sistema financeiro português.
Agora, já se sentem à vontade para destruir mais qualquer coisa que é de todos. Não aprenderam nada ou então o lucro (das clientelas) fala mais alto.

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Quando Portugal Ardeu Miguel Carvalho A Vida Secreta dos Livros O Romancista ingenuo e o sentimental de Orham Pamuk malbe

Os porques da esperança.png

Demorei algum tempo a ler este livro mais do que o costume. Livro sobre a política nacional sobre a forma de entrevistas que passaram na TVI 24 efetuada por um provocador nato cujas respostas são dadas por um astuto tribuno da palavra. Livro que aborda temas nacionais da política recente com uma abordagem em que as palavras se se entrelaçam com alguma exposições mais académicas. Um bom manual para quem se interesse pela política em Portugal nos últimos tempos.  

 

 

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